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A BOLSA E SEUS MITOS

Ao contrário do que parece, a palavra mito habita não apenas o universo dos deuses e heróis, mas também ambientes bem terrenos como o mercado de ações. Entender o que são esses mitos e saber destruí-los é fundamental para que o investidor se sinta seguro ao entrar nesse mercado. Confira abaixo alguns deles.

A BOLSA É UM CASSINO

Essa é uma afirmação bem distante da realidade do mercado. Os mecanismos de regulação pelas próprias Bolsas (auto-regulação) e pelas entidades regulatórias (no caso do Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários – CVM) são de boa qualidade e funcionam como excelentes antídotos para o conceito de jogo ou cassino. Além disso, cada vez mais as empresas se empenham em melhorar seus índices de governança corporativa, o que traz maior transparência ao mercado e aos investidores.

A BOLSA É UMA LOTERIA

Ao investir em ações, você está comprando parte de um negócio, e não um bilhete de loteria. É a possibilidade de participar de uma atividade lucrativa, beneficiando-se com os resultados das empresas (dividendos), além da possível valorização do papel e, por conseqüência, do seu investimento. Já para aqueles que desejam "jogar na Bolsa", sem ter noção do mercado, das empresas e respectivos setores, de fato a possibilidade de perder dinheiro é grande.

A BOLSA É TERRENO PARA GRANDES INVESTIDORES

Realmente é de grande relevância a participação dos grandes investidores, nacionais e estrangeiros, particularmente os chamados institucionais (fundos de pensão, seguradoras etc.). Mas há também espaço para o pequeno investidor, que pode participar desse mercado de várias formas, seja comprando/vendendo ações diretamente na internet por meio dos chamados home brokers, seja por meio de fundos de investimento especialmente criados para essa finalidade, como os fundos de ações, os fundos multimercados etc.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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DESIGN DE MECANISMOS

A Teoria de Design de Mecanismos recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2007, representada por três economistas de escolas norte-americanas: Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson. Seus conceitos, inaugurados por Hurwicz e desenvolvidos por Maskin e Myerson, permitem identificar instituições abstratas que formem uma alocação eficiente de recursos, de acordo com os interesses de diversas classes de negociadores. Algo especialmente útil em situações nas quais as preferências dos agentes não são reveladas.

O design de mecanismos mostra por que um leilão representa a melhor forma de alocar bens dentro de um conjunto de compradores potenciais, sem que saibamos as reais intenções de cada um. E também mostra qual tipo de leilão é apropriado para garantir o máximo retorno esperado por parte do vendedor.

Antes da elaboração da teoria, a análise microeconômica dos mecanismos de distribuição ótima estava restrita ao desempenho dos mercados. A pergunta principal era: "Como os mercados conseguem alocar recursos de maneira eficiente?".

As respostas apareciam dentro de modelos teóricos, mas exigiam premissas com pouco apelo concreto, tal como informação perfeita, interesses privados e ausência de externalidades. Ou seja, o equilíbrio era previsto pela teoria. Mas alcançá-lo na prática parecia muito mais difícil.

Pensando nesse obstáculo, Hurwicz resolveu virar o jogo. Em vez de exigir que o mercado resolva o problema, por que não desenvolver outras instituições, que simulem o que há de melhor nas trocas livres? A partir daí, o objetivo científico mudou. Economistas como Hurwicz, Maskin e Myerson passaram a discutir o design de mecanismos, com base nas necessidades de grandes grupos sociais. Esse caminho levou a avanços significativos em campos antes saturados, como regulação, tributação, eleições e finanças corporativas.

Discutir o design de mecanismos está longe do trivial. Depois de elaborado o algoritmo, o economista deve considerar diferentes equilíbrios previstos pelo conjunto de soluções. Os equilíbrios podem corresponder a situações ótimas sob perspectivas diversas. Isto é, de acordo com a posição de cada classe de agentes. Como exemplo, um mesmo mecanismo pode favorecer os compradores ou chegar ao maior preço de venda.

Felizmente, a teoria agraciada com o Nobel de 2007 fornece os meios para que um planejador descubra qual arranjo é preferido por determinado grupo. Dessa forma, a instituição é definida deliberadamente.

Fonte: web.infomoney.com.br

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