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O LUCRO DAS EMPRESAS

Uma boa forma de participar diretamente dos lucros das empresas é investir nas chamadas carteiras de dividendos, compostas basicamente por papéis de empresas que possuem boas políticas de distribuição de seus lucros aos acionistas. Uma boa estratégia para aumentar seus recursos no futuro é reinvestir os dividendos ganhos em novas ações da empresa.

Essa distribuição se dá por meio do pagamento de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio, proporcionais aos resultados da empresa em determinado período. Dessa maneira, o investidor conta com duas oportunidades de retorno: a da valorização das ações em bolsa e a da distribuição dos lucros das empresas.

As carteiras de dividendos tem como estratégia alocar os recursos em empresas boas pagadoras de dividendos, que tenham boa liquidez em bolsa e possuam bom potencial de valorização no futuro. É uma carteira bem diversificada por setores econômicos e é indicada para investidores com horizonte de aplicação para médio e longo prazos.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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IMPOSTO NA PREVIDÊNCIA

Os planos de previdência complementar também podem ser utilizados como importante instrumento de planejamento tributário, uma vez que os aportes podem ser abatidos do imposto de renda. No caso da declaração completa, a melhor alternativa é utilizar um plano PGBL, pois esse tipo de plano permite que o valor dos aportes sejam abatidos até o limite de 12% da renda bruta anual tributável para efeito de cálculo do IR, desde que o cliente também contribua para o regime do INSS ou para o regime próprio dos servidores públicos.

Se você é um profissional liberal e a renda tributável não chega a ser relevante, o plano ideal em termos tributários é o VGBL. Nesse plano, o imposto de renda incide somente sobre o ganho de capital dos recursos aplicados, não sobre o volume total. É a alternativa mais recomendada para quem faz a declaração simplificada do IR.

Há ainda a possibilidade de um mix dos dois perfis de planos no planejamento tributário, recomendado para os casos em que os aportes extrapolem o teto de 12% da declaração completa. Nesse caso, os especialistas recomendam que se adotem duas estratégias de formação de poupança: um PGBL até o valor correspondente ao limite de 12% dedutíveis e um VGBL para o restante.

É também importante saber que os fundos de previdência não pagam imposto durante o período de acumulação dos recursos – processo conhecido no mercado como come cotas, pois o imposto de renda só incidirá no momento do pagamento do benefício. A partir de 2005, uma nova regulamentação permitiu ainda que os fundos de previdência seguissem uma tabela regressiva de desconto do IR. Se o período de acumulação desse benefício for de dez anos ou mais, por exemplo, a alíquota do IR a incidir nos valores será de apenas 10% – um diferencial tributário importante em comparação com outras alternativas de investimento de longo prazo.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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FUNDOS CICLO DE VIDA

Se o seu estilo de vida muda ao longo dos anos, nada mais razoável que o seu plano de previdência acompanhe essas mudanças. Esse é o conceito dos chamados fundos "ciclo de vida", nos quais a política de investimentos prevê a alocação dos recursos entre renda fixa e renda variável de acordo com o horizonte de tempo planejado por você para utilização dos recursos.

Por exemplo: se você é jovem, a alocação dos recursos de seu plano em um primeiro momento pode ser mais arrojada, com maior participação de renda variável. Na medida em que se aproxima a data de realização do seu projeto de vida, essa alocação pode se tornar menos agressiva – privilegiando, por exemplo, os investimentos em renda fixa.

O objetivo é promover o equilíbrio entre o tempo do investimento e os riscos aos quais você estará associado nos diferentes períodos, permitindo assim a maximização do retorno financeiro e maior tranqüilidade no momento de utilização dos recursos.

Os fundos com conceito "ciclo de vida" são desenhados especialmente para as pessoas que não têm tempo ou experiência para acompanhar de perto o dia-a-dia do mercado financeiro. As decisões de investimento dos fundos, sempre de acordo com a data de saída escolhida, são tomadas por gestores de recursos altamente qualificados no longo prazo, que buscam as melhores oportunidades de ganhos no mercado financeiro. Em outras palavras, você determina quando irá precisar do dinheiro e, em função disso, o banco oferece o conjunto de investimentos mais adequado às suas necessidades.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

A previdência complementar, como o próprio nome sugere, é um produto financeiro que visa complementar a renda paga aos aposentados pelo Estado por meio da Previdência Social (INSS) ou propiciar que os valores acumulados e rentabilizados durante determinado período sejam utilizados para a realização de projetos de vida, como num investimento de longo prazo.

COMO FUNCIONA

É dividida em dois momentos distintos: o de acumulação e o de renda. No primeiro, a pessoa aporta os seus recursos de maneira periódica no plano escolhido e esses valores são investidos e rentabilizados durante o prazo contratado. No segundo momento, a pessoa deixa de fazer os aportes e passa a receber os recursos na forma de uma renda mensal ou do resgate integral dos depósitos mais o rendimento contabilizado no período. Os planos de previdência complementar possuem características específicas, e cada vez mais valorizadas para os investimentos de longo prazo.

ENTIDADES ABERTAS E FECHADAS

A previdência complementar pode ser administrada por empresas fechadas ou abertas. Fechadas são entidades de previdência ligadas a uma empresa ou grupo de empresas e aos servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios ou uma associação de classe que oferecem a previdência complementar exclusivamente aos seus funcionários e associados. Já as entidades abertas, como bancos e seguradoras, oferecem os planos de previdência complementar a todos os interessados, da mesma forma como disponibilizam outros produtos financeiros.

COMO ESCOLHER UM PLANO

Ao contrário do passado, existe hoje uma grande variedade de produtos de previdência no mercado, permitindo a você a escolha criteriosa de um plano que atenda exatamente a seus objetivos e necessidades. Os planos PGBL e VGBL são atualmente os mais procurados, por serem produtos ajustáveis a cada perfil e também pela possibilidade de ser utilizados como instrumento de planejamento tributário da família.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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INVESTIMENTOS NA MEDIDA

Escolher a medida certa para os investimentos em um mercado financeiro com tantas alternativas de produtos e ativos não é tarefa fácil. São diferentes riscos envolvidos e, conseqüentemente, diferentes potenciais de retorno. Tudo isso em um cenário econômico que demanda cada vez mais a diversificação das aplicações, não importando em que perfil de investidor você se encaixe.

Uma das premissas mais importantes nesse contexto é a regra de não se colocarem "todos os ovos na mesma cesta". Trata-se de uma solução adequada para minimizar os riscos e potencializar os retornos, mas que leva a outra dúvida: "quantos ovos" devemos colocar em cada uma dessas "cestas"?

Baseado em dados históricos de desempenho e correlação entre as diversas classes de ativos financeiros, o modelo de alocação propõe, de acordo com o perfil do investidor, a distribuição de recursos mais conveniente a partir da combinação ideal entre fatores de risco e retornos pretendidos, tornando a carteira de investimentos mais eficiente.

Quando você possui apenas um tipo de investimento, você está 100% exposto ao risco desse investimento. Por exemplo, se tiver todo o seu capital aplicado em imóveis, você fica totalmente sujeito às flutuações e riscos do mercado imobiliário. Entretanto, se os seus recursos estiverem alocados em uma carteira diversificada, ou seja, com investimentos em renda fixa pré e pós-fixada, fundos multimercado, ações, ouro, imóveis etc., a exposição aos riscos é reduzida, pois qualquer alteração no cenário econômico afeta de forma diferente cada tipo de ativo que compõe a carteira.

A melhor forma de diminuir riscos, portanto, é formar uma carteira. Com a carteira formada, o seu acompanhamento passa a ser sobre o resultado total dessa carteira e não sobre um investimento em particular. Isso é o que chamamos de buscar uma melhor rentabilidade com uma gestão de risco mais eficiente.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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DIVERSIFICAR É PRECISO

Ao fazer um investimento você está necessariamente assumindo um risco. Ao contrário de poupar, em que o objetivo é apenas preservar o valor do seu dinheiro, sem correr riscos, no investimento você tem a possibilidade de obter maior rentabilidade sobre os recursos aplicados. E por isso aceita assumir algum risco.

Há, no entanto, maneiras de minimizar o risco inerente ao investimento. A mais importante delas é a chamada diversificação, na qual procura-se fazer uma distribuição adequada dos recursos entre diferentes alternativas de investimento. O objetivo é assegurar que eventuais perdas em uma das opções sejam compensadas por ganhos em outras.

Trata-se da sábia recomendação de não se colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Adaptado ao mercado financeiro, o conceito significa que, mesmo que uma cesta de aplicação - renda fixa ou Bolsa - pareça segura e confiável, podem ocorrer imprevistos no cenário econômico que a fragilizam.

Daí a importância de construir uma carteira diversificada de investimentos, reduzindo os riscos da concentração em determinados ativos financeiros. Não é por acaso que as práticas modernas de gestão de recursos privilegiam cada vez mais o desempenho de uma carteira de investimentos, e não mais uma alternativa de investimento isolada.

Obviamente, essa alocação dos "ovos" em diferentes cestas precisa ser orientada por uma equipe de especialistas em assessoria financeira. Esses profissionais consideram não somente os riscos envolvidos em cada alternativa de investimento no cenário econômico, mas sobretudo o seu perfil de investidor. Essa avaliação indica o tipo de risco que você está disposto a assumir.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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QUAL SEU PERFIL DE INVESTIDOR

"Quanto maior o retorno, maior o risco." Não é por acaso que essa é a regra número 1 no mundo das finanças. No entanto, em um ambiente de juros elevados, mesmo aplicações consideradas de baixo risco, como os fundos DI, podem gerar retornos atrativos para os investidores. Por isso, é cada vez mais importante para o investidor entender qual é o seu perfil de risco.

Se o seu objetivo é apenas preservar o patrimônio conquistado, evitando riscos, você pode ser classificado como um investidor "conservador". Se visa fazer crescer o investimento, aceitando riscos maiores, será classificado como "arrojado". Ou, ainda, um meio-termo entre esses dois extremos: o perfil "moderado". É importante destacar que esse perfil não guarda relação direta com a sua personalidade ou com a sua idade, mas sim com o que você pretende fazer com o seu investimento. Por exemplo: é preciso levar em conta se você vai necessitar desses recursos no curto prazo ou se está disposto a aceitar variações negativas de rentabilidade nos momentos de maior volatilidade.

Um investidor que hoje se encaixa no perfil "arrojado" pode perfeitamente, em razão de mudanças na sua vida, passar para o perfil "conservador". O importante é que você se sinta confortável com o seu investimento.

CONSERVADOR

Busca segurança acima de tudo. Geralmente, são pessoas com vários dependentes, pouca experiência em mercado financeiro, não toleram perdas e o principal objetivo do investimento é a preservação do patrimônio. Os produtos com maior participação na carteira de investimentos desse perfil são: CDB, fundos DI e renda fixa.

MODERADO

Visa melhores retornos para seus investimentos, mas com moderação. Normalmente, aplica a maior parte em DI e renda fixa e o restante em produtos de média volatilidade, como fundos multimercado. Geralmente, são pessoas com algum conhecimento em mercado financeiro, poucos dependentes e cujos investimentos não serão utilizados em despesas diárias. Os produtos mais indicados para esse perfil são: fundos de renda fixa, multimercado e um pouco em ações ou fundo de ações.

ARROJADO

Aceita correr maiores riscos na busca de melhor rentabilidade. Aloca boa parte dos seus recursos em produtos de maior volatilidade, como ações e fundos de ações. Geralmente, são pessoas que conhecem muito bem o mercado financeiro, têm poucos dependentes, ou nenhum, e investimentos que serão utilizados no longo prazo. Os produtos mais indicados para esse perfil são os fundos multimercado, fundos de ações e ações.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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AS CHAVES DO SUCESSO

Se as chaves do sucesso não são claras, pelo menos já se sabe o que os líderes não devem fazer se quiserem aumentar as probabilidades de sucesso de uma inovação. Aqueles que conduzem a inovação nas empresas enfrentam desafios formidáveis. Geralmente as metas a perseguir são várias e, não raro, contraditórias. E as alavancas disponíveis para moldar o contexto da inovação são diversas e todas muito disputadas.

O fato é que não há fórmula-padrão para o êxito. A boa notícia, contudo, é que já sabemos o que os líderes não devem fazer nessa área. Nas organizações que dependem de inovações para ser competitivas, sejam técnicas ou não, alguns erros de liderança são relativamente comuns. Eu costumo enxergar quatro, bem recorrentes.

CONFUSÃO SOBRE O PAPEL DO LÍDERO
Erro mais significativo - e que induz uma série de outros - é os líderes com treinamento técnico acreditarem que seu papel é inovar. Não é. Seu papel consiste em criar o contexto no qual outros inovarão. As organizações alimentam muito esse erro quando isolam a inovação em grupos específicos, quando promovem apenas os profissionais técnicos excepcionais, quando esperam dos gestores que dividam seus esforços entre o trabalho técnico e a liderança, quando recompensam contribuições de desempenho individual à custa de conquistas no desempenho como líder.

FOCO ESTREITO DEMAIS
Mesmo quando reconhecem que sua função não é mais contribuir individualmente, muitos líderes da inovação continuam cometendo erros ao confrontar as demandas básicas de seu papel. Na definição da direção a seguir, por exemplo, alguns se concentram exclusivamente na inovação técnica e ignoram as necessidades e expectativas do consumidor em relação a funcionalidades, entrega, confiabilidade e custo. Outros determinam a direção apenas no que diz respeito a metas numéricas e cronogramas, sem criar um sentido para fazer aquilo que estimule e inspire o grupo. Às vezes, os líderes que já foram gestores de projetos técnicos se prendem a detalhes técnicos e esquecem (ou nunca se dão conta de) que sua posição de liderança lhes exige atuar num contexto mais amplo e complexo, que inclui aspectos de vendas, marketing e finanças.

MENSAGENS CONTRADITÓRIAS
Líderes que subestimam a importância simbólica do papel da liderança praticamente declaram que não estão falando sério quando pedem a todos que se esforcem ou, no mínimo, transmitem mensagens contraditórias. Os subordinados põem à prova o que os líderes dizem e, se estes são reprovados, o resultado é o cinismo. Por exemplo, se o líder diz que valoriza experimentação, risco e fracasso inteligente, mas recompensa apenas aqueles que não erram, fica clara a mensagem de que só o resultado importa. Muitos líderes novatos, especialmente os com experiência na área técnica, costumam subestimar - e muito - o impacto que suas atitudes e ações têm sobre a incorporação de valores pelas pessoas. E os valores que acabam sendo transmitidos, consciente ou inconscientemente, podem prejudicar a cultura da inovação e levar a divisões na organização em relação a correr riscos, a respeitar o atendimento ao consumidor, a cooperar além das fronteiras organizacionais etc.

DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS LAISSEZ-FAIRE
Alguns líderes trabalham com a crença - errônea - de que pessoas talentosas se desenvolvem sozinhas e, por isso, investem pouco tempo e energia em ajudá-las a crescer e aprender. Pesquisas já têm mostrado que o chefe imediato tem papel fundamental no desenvolvimento de seus subordinados e isso ocorre geralmente por meio de coaching. Não é necessário que o coaching seja do tipo um-a-um, contudo; o que o líder precisa é estabelecer uma cultura que conduza ao aprendizado. Isso significa priorizar o desenvolvimento de talentos, que ajuda a identificar as melhores pessoas para cada missão, dar-lhes liberdade de ação, proporcionar válvulas de escape para quem corre riscos, definir metas desafiadoras e facilitar o acesso aos recursos necessários.

O líder dever ser coach. Não há maior prova da importância da liderança que pensa grande do que o ocorrido na década de 1970 no Palo Alto Research Center (PARC), o paradigmático laboratório da Xerox na Califórnia de onde saíram quase todas as inovações que pavimentaram o caminho da computação pessoal. Foram os cientistas do PARC que desenvolveram a programação orientada a objetos, os computadores em rede, os menus pop-up, o processador de texto amigável ao usuário, a interface gráfica para o usuário, o mouse e os ícones, para dar alguns exemplos.

Esses cientistas nunca conseguiram, no entanto, convencer os executivos corporativos de que tais inovações poderiam ter sucesso comercial. Foi com relutância que mostraram suas engenhocas a alguém que soube lhes dar o devido valor: o genial Steve Jobs, da Apple. Foi o PARC que inspirou Jobs a desenvolver o computador Macintosh. Como Michael A. Hiltzik descreve em seu livro Dealers of Lightning: Xerox PARC and the Dawn of the Computer Age, Jobs teria dito: "A Xerox poderia ter sido a dona de toda a indústria de computação atual". Não foi. Faltava ao PARC um líder que pensasse grande.

Fonte: www.hsm.com.br

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FINANÇAS HOJE E AMANHÃ

Muita gente escreve sobre Finanças na web e, em larga medida, o que vejo é "auto-ajuda", que tem apelo emotivo e o resultado alcançado por essa via é instável. A administração financeira exitosa começa por não se endividar pelos apelos emotivos do marketing Nada é mais real e presente em nossas vidas que finanças pois ela precede o nascimento e remanesce após a morte. Quando um bebê é concebido os pais abrem, mesmo inconscientemente, uma rubrica para os gastos pré-natalícios.

Após a morte, os gastos decorrentes, do fato mais indesejável para o ser humano, são honrados com provisão do falecido ou da família ou de amigos ou do Estado. As lágrimas vertidas, de alegria ou tristeza, não pagam as obrigações financeiras dos extremos da vida (nascer e morrer). Tem uma música antiga de Silvio Brito, se não me falha a memória, que diz "tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer". Finanças. Apenas isso!

Para o êxito em administração financeira apresento os dois Princípios Regentes em qualquer que seja o campo financeiro: pessoal, empresarial e governamental. São eles:

PRINCÍPIO DA OSTENTAÇÃO
Calcado na emoção, estático e individualista por tendência. Opera no curtíssimo prazo. Nele o trabalho é abjeto e, por extensão, é abjeção para o homem. Esse princípio é suporte à Gestão de Recursos Orientada para Imobilizar (GROI) em que, no caso do empresário, este imobiliza em excesso em terrenos, edificações, veículos, máquinas e outros. Quando isso acontece dizemos que a empresa tem Capital Fixo demasia (Capital Morto). O Capital Morto acarreta perdas pelo Custo de Oportunidade que é a receita que poderia ser obtida pela aplicação desse Capital Morto em Ativos Rentáveis. As dívidas são muito bem vindas, mesmo aquelas com efeito desastroso a longo prazo porque a marca desse princípio é o uso dos recursos para a aparência, seja o crédito ou Recursos Humanos ou o que for. Por isso, há pessoas em certas organizações que trabalham feito "burros-de-carga" e não vêem o fruto do seu trabalho. O Capital Humano não tem a devida importância no conjunto e a promoção do indivíduo é dada por critérios pessoais. Não contribui para a auto-sustentabilidade e nem para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento de uma nação.

PRINCÍPIO DA UTILIDADE
Calcado na razão, dinâmico e coletivista por tendência. Opera no longo prazo. Nele o trabalho é digno e, por extensão, dignifica o homem. Esse princípio dá suporte à Gestão de Recursos Orientada para Girar (GROG). A "menina dos olhos" do empreendedor é a Capacidade de Geração de Receitas cujo motor é o Capital em Giro. Aqui o Capital Fixo é muito bem delimitado para que a empresa aproveite ao máximo a disponibilidade de Capital no giro da sua atividade econômica. A imobilização em excesso pode deixar o empresário na dependência de Capitais de Terceiros para Financiar o seu Giro. Se você tem dinheiro e quer investir em um negócio já instalado, procure aqueles com grande potencial para girar e gerar receita. O "bom do negócio" pode não ser tão evidente como por exemplo uma bela carteira de clientes. É necessário ter tino e saber perscrutar. As dívidas são bem vindas quando há "perspectiva de retorno" porque a marca desse princípio é a utilidade dos recursos, o crédito se insere nesse contexto. O Capital Humano é primordial e a promoção do indivíduo é dada pelo mérito técnico-profissional. Contribui para auto-sustentabilidade e para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento nacional. As indústrias para comportar sua robusta estrutura, instalações e máquinas, necessitam de grande área em terreno e edificações mas isso não quer dizer que tenham Capital Morto.

No Brasil, até os anos 90, se avaliavam as empresas com base no IMOBILIZADO delas. As empresas eram bem vistas pelos prédios onde funcionavam e pela frota estacionada no pátio. Qual a utilidade desses ATIVOS? Essa não era uma indagação recorrente. O setor público era campeão nesse Pecado Capital. Os bancos públicos, ao contrário dos particulares, quando se instalavam numa cidadezinha ali construíam um palacete imponente que passava a servir como referência para transeuntes e visitantes.

A partir da década de 90, após a desastrosa hiperinflação e a abertura da economia para o mundo aprendemos um pouco que TRABALHO e CAPITAL EM GIRO são aliados e não inimigos. E isso é muito significativo num país em que TRABALHO sempre foi vilipendiado. Deixamos um pouquinho de pensar em "ganhar mais em menos" para pensar em "ganhar menos em mais". Essa é a lógica.

Se pensarmos um pouco mais coletivamente, vamos ver o quanto já temos como armas sociais: ganhamos o Código de Defesa do Consumidor em 1990, as práticas das Perdas Contábeis por conta dos Créditos de Liquidação Duvidosa deixou de ser estática e dinamizou-se a partir de 1999/2000, a farra do Poder Executivo é disciplinada pela Lei de Responsabilidade Fiscal de 2001, melhoramos o Código Civil Brasileiro em 2002, a Legislação Societária (antiga Lei das S.A. e Lei de Falências e Concordatas) também foi dinamizada, ganhamos a CGU Controladoria Geral da União que é promissora apesar da, ainda, falta de autonomia diretiva. O Mercado de Capitais, os Fundos de Aposentadoria e Pensão, a Poupança popular (a chamada Poupança Rural) estão em expansão. Em paralelo espera-se que os ativos financeiros lastreados pelo endividamento irresponsável dos governos sejam reduzidos drasticamente no longínquo prazo. Isso tudo denota uma tendência de fortalecimento da Poupança Interna que é o anteparo do equilíbrio social em qualquer economia moderna. Já não é tão proibido falar em lucro e contenção de gastos. Temos o direito de avaliar o Estado e outras organizações e estamos desenvolvendo consciência para avaliar melhor nossas próprias finanças.

No plano conjuntural penso que estamos à frente do plano das famílias. O mais importante, contudo, não é a velocidade das mudanças e sim a efetividade delas. A performance da nossa caminhada será ditada pela Consciência Cidadã, dentro da qual são determinantes o lastro em Educação para o Valorização Trabalho e do Mérito e a Educação Financeira.

O Princípio da Utilidade e o Princípio da Ostentação concorrem o tempo todo para pautar as nossas atitudes. Ora tendemos para o ÚTIL ora tangenciamos ao OSTENSIVO. Esse dilema não é circunscrito ao âmbito das empresas. Boa parte da classe média brasileira "investe" toda a riqueza nos sonhos da mansão e do carro (para ostentar) e levam os apelos do seu Déficit Orçamentário para as instituições onde trabalham, especialmente, as do setor público.

Seja como administrador na família seja como gestor nas organizações públicas ou privadas, observar o antagonismo desses princípios e utilizar os RECURSOS DISPONÍVEIS com a MÁXIMA UTILIDADE é fazer com que o POTENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO seja suplantado pela REALIDADE DO DESENVOLVIMENTO com prosperidade e justiça social como a nação necessita e merece.

Fonte: www.artigonal.com

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O TEMPO E A VIDA

O tempo é o mais democrático dos recursos. Pouco importa sua idade, escolaridade ou condição sócio-econômica. Todos nós dispomos de 24 horas diárias e a forma como as utilizamos justifica nossos resultados e nos diferencia. Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar.

Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida. Diante disso, proponho que você redija uma Constituição Pessoal, ou seja, uma espécie de carta identitária capaz de nortear seu caminho. Para tanto, identifique os valores que governam sua vida. Pode ser desde amor e generosidade, até sucesso e riqueza material. O universo de valores é amplo e solicita um consciencioso exercício de reflexão. Em seguida, coloque-os em ordem de prioridade. É o momento de se fazer escolhas e descobrir o que é mais relevante em seu julgamento. Depois, você deverá unir razão e emoção, cabeça e coração, escrevendo um pequeno parágrafo para cada um destes valores. Por fim, leia esta sua pequena lista com freqüência e tome suas decisões com base nela.

Peter Drucker, em seu livro, The Effective Executive in Action, sentencia que gerenciar o tempo é a base da eficácia. E o guru desafia você a responder a algumas questões:

1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
3. O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Suas respostas, com olhos atentos na Constituição Pessoal, com certeza lhe sinalizarão a necessidade de delegar atividades, de retomar o foco em suas metas pessoais ou de corrigir rotas.

Um dos instrumentos mais difundidos em termos de gestão do tempo é a chamada matriz desenvolvida por Covey que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância. O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. Trata-se de reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível. O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, ou seja, recorrentemente adiadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento. No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas com rapidez, pois não contribuem com suas metas. Finalmente, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego a detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui nada se produz.

E então, como você tem distribuído suas tarefas?

Fonte: www.tomcoelho.com.br e daianifurtado.blogspot.com

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DESIGN DE MECANISMOS

A Teoria de Design de Mecanismos recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2007, representada por três economistas de escolas norte-americanas: Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson. Seus conceitos, inaugurados por Hurwicz e desenvolvidos por Maskin e Myerson, permitem identificar instituições abstratas que formem uma alocação eficiente de recursos, de acordo com os interesses de diversas classes de negociadores. Algo especialmente útil em situações nas quais as preferências dos agentes não são reveladas.

O design de mecanismos mostra por que um leilão representa a melhor forma de alocar bens dentro de um conjunto de compradores potenciais, sem que saibamos as reais intenções de cada um. E também mostra qual tipo de leilão é apropriado para garantir o máximo retorno esperado por parte do vendedor.

Antes da elaboração da teoria, a análise microeconômica dos mecanismos de distribuição ótima estava restrita ao desempenho dos mercados. A pergunta principal era: "Como os mercados conseguem alocar recursos de maneira eficiente?".

As respostas apareciam dentro de modelos teóricos, mas exigiam premissas com pouco apelo concreto, tal como informação perfeita, interesses privados e ausência de externalidades. Ou seja, o equilíbrio era previsto pela teoria. Mas alcançá-lo na prática parecia muito mais difícil.

Pensando nesse obstáculo, Hurwicz resolveu virar o jogo. Em vez de exigir que o mercado resolva o problema, por que não desenvolver outras instituições, que simulem o que há de melhor nas trocas livres? A partir daí, o objetivo científico mudou. Economistas como Hurwicz, Maskin e Myerson passaram a discutir o design de mecanismos, com base nas necessidades de grandes grupos sociais. Esse caminho levou a avanços significativos em campos antes saturados, como regulação, tributação, eleições e finanças corporativas.

Discutir o design de mecanismos está longe do trivial. Depois de elaborado o algoritmo, o economista deve considerar diferentes equilíbrios previstos pelo conjunto de soluções. Os equilíbrios podem corresponder a situações ótimas sob perspectivas diversas. Isto é, de acordo com a posição de cada classe de agentes. Como exemplo, um mesmo mecanismo pode favorecer os compradores ou chegar ao maior preço de venda.

Felizmente, a teoria agraciada com o Nobel de 2007 fornece os meios para que um planejador descubra qual arranjo é preferido por determinado grupo. Dessa forma, a instituição é definida deliberadamente.

Fonte: web.infomoney.com.br

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DEBÊNTURES

Debênture é um título de crédito representativo de empréstimo que uma companhia faz junto a terceiros e que assegura a seus detentores direito contra a emissora, nas condições constantes da escritura de emissão. Para emitir uma debênture uma empresa tem que ter uma escritura de emissão, onde estão descritos todos os direitos conferidos pelos títulos, suas garantias e demais cláusulas e condições da emissão e suas características.

A expressão inglesa derivada - debênture - é geralmente mais empregada no Brasil do que a sua correspondente francesa obligation, também adotada na legislação brasileira como obrigações.

Debêntures são valores mobiliários emitidos pelas sociedades anônimas, representativas de empréstimos contraídos pelas mesmas, cada título dando, ao debenturista, idênticos direitos de crédito contra as sociedades, estabelecidos na escritura de emissão.

A captação de recursos pela sociedade através de debêntures gera um lançamento contábil em seu ativo (caixa) e outro em seu passivo (circulante e/ou exigível a longo prazo).

A finalidade desse tipo de financiamento é a de satisfazer, de maneira mais econômica, às necessidades financeiras das sociedades por ações, evitando, com isso, os contra-tempos das constantes e caras operações de curto prazo, junto ao mercado financeiro.

Dessa forma, as sociedades por ações têm, à sua disposição, as facilidades necessárias para captação de recursos junto ao público, a prazos longos e juros mais baixos, com atualização monetária e resgates a prazo fixo ou mediante sorteio, conforme suas necessidades para melhor adequar o seu fluxo de caixa.

Assim, uma vez identificada a necessidade de captação de recursos financeiros de terceiros, para concretização de investimentos e para o cumprimento de obrigações assumidas anteriormente, a administração da empresa, levará ao Conselho de Administração ou à Assembléia Geral, proposta para que seja contraído empréstimo público, normalmente a longo prazo, mediante a emissão de debêntures.

O Conselho ou a Assembléia, obedecendo ao que dispuser os estatutos, estabelecerá as características do empréstimo, fixando as condições de emissão, tais como: montante, número de debêntures, prazo, data de emissão, juros, deságio, amortizações ou resgates programados, conversibilidade ou não em ações, atualização monetária, e tudo o mais que se fizer necessário, deliberando a respeito.

Uma vez aprovada a emissão de debêntures, cabe à administração da sociedade praticar todos os atos necessários para a efetivação do empréstimo, mediante a colocação dos títulos junto ao público, de forma a satisfazer as suas necessidades de recursos.

Os debenturistas tem proteção legal por meio da escritura de emissão e do agente fiduciário. A escritura de emissão é um documento legal que especifica as condições sob as quais a debênture foi emitida, os direitos dos possuidores e os deveres da emitente. Trata-se de documento extenso contendo cláusulas padronizadas, restritivas e referentes à garantia. Da escritura constam, entre outras, as seguintes condições: montante da emissão; quantidade de títulos e o valor nominal unitário; forma; condições de conversibilidade; espécie; data de emissão; data de vencimento; remuneração; juros; prêmio; cláusula de aquisição facultativa e/ou resgate antecipado facultativo; condições de amortização.

O agente fiduciário é uma terceira parte envolvida na escritura de emissão, tendo como responsabilidade assegurar que a emitente cumpra as cláusulas contratuais.

Resumidamente, pode-se dizer que debêntures são títulos negociáveis que representam a divída de uma empresa de capital aberto. Suas principais características são:

- não podem ser ao portator;
- são lançadas para obtenção de recursos de médio a longo prazo;
- são considerados renda fixa.

Fonte: pt.wikipedia.org

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TÍTULOS PÚBLICOS

Os títulos públicos são ativos de renda fixa que se constituem em boa opção de investimento para a sociedade. Os títulos públicos possuem a finalidade primordial de captar recursos para o financiamento da dívida pública, bem como para financiar atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infra-estrutura. Anteriormente, sem muitos recursos, você só podia comprar títulos públicos indiretamente pela aquisição de cotas de fundos de investimento.

Neste tipo de investimento, as instituições financeiras funcionam como intermediários ao adquirirem os títulos públicos, que compõem as carteiras dos fundos, com os recursos oriundos de suas aplicações. No caso do Tesouro Direto, você pode comprar diretamente os títulos que desejar, com redução do custo de intermediação.

O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC). É simples e você não precisa de muito dinheiro para investir. Com apenas R$ 100,00 você já pode iniciar uma aplicação e as transações podem ser feitas pela Internet.

No Tesouro Direto, você mesmo gerencia seus investimentos, que podem ser de curto, médio ou longo prazo. É uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata. Sempre que você precisar, poderá resgatar os títulos antes do vencimento pelo seu valor de mercado, uma vez que o Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras. Caso não queira gerenciar seus investimentos, você pode autorizar uma das instituições financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto (Agentes de Custódia) para efetuar compras e vendas dos títulos públicos.

O rendimento da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado. As taxas de administração e de custódia são baixas e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda ou vencimento do título (quanto aos títulos que pagam cupom de juros, também é descontado Imposto de Renda no pagamento do cupom).

Fonte: www.tesouro.fazenda.gov.br

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O QUE É ECONOMIA

Economia é a Ciência Social que estuda a maneira pela qual os homens decidem empregar recursos escassos, a fim de produzir diferentes bens e serviços e atender às necessidades de consumo. Segundo palavras do professor Paul Samuelson: “Economia é a Ciência Social que estuda a administração de recursos escassos entre usos alternativos e fins competitivos”. A ciência econômica, como qualquer ciência, utilizará a observação, formulação de hipóteses e construção de teorias para explicar a realidade. Está relacionada a outras áreas do conhecimento como matemática, estatística, história, geografia e sociologia.

Os princípios referentes à escolha individual são:

- os recursos são escassos;
- o custo real de algo é o que você desiste para adquirí-lo;
- o “quanto” é uma decisão na margem;
- as pessoas em geral exploram as oportunidades de melhorar sua própria situação.

Os princípios referentes à interação entre as escolhas individuais são:

- o comércio pode melhorar a situação de todos;
- os mercados são em geral uma boa forma de organizar a atividade econômica;
- quando os mercados não alcançam a eficiência, a intervenção do governo pode melhorar o bem-estar da sociedade.

Na economia existem dois grandes ramos: microeconomia e macroeconomia.

A microeconomia é considerada a base da moderna teoria econômica, estudando suas relações fundamentais. As famílias são consideradas fornecedores de trabalho e capital, e demandantes de bens de consumo. As firmas são consideradas demandantes de trabalho e fatores de produção e fornecedoras de produtos. Os consumidores maximizar a utilidade a partir de um orçamento determinado. As firmas maximizam lucro a partir de custos e receitas possíveis. A microeconomia procura analisar o mercado e outros tipos de mecanismos que estabelecem preços relativos entre os produtos e serviços, alocando de modos alternativos os recursos dos quais dispõe determinados indivíduos organizados numa sociedade.

A macroeconomia é o estudo do comportamento agregado de uma economia, ou seja, das principais tendências (a partir de processos microeconômicos) da economia no que concerne principalmente à produção, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços, e ao comércio exterior. Os objetivos da macroeconomia são principalmente: o crescimento da produção e consumo, o pleno emprego, a estabilidade de preços, o controle inflacionário e uma balança comercial favorável. Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema econômico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos, unidades de produção e instituições (regras que definem as relações econômicas).

Os principais agentes envolvidos nestes mercados são:
- famílias;
- empresas;
- governo;
- resto do mundo.

O governo pode interferir nestes mercados através de políticas macroeconômicas:
- política fiscal (arrecadação tributária / gastos do governo);
- política monetária (emissões monetárias / reservas compulsórias / open market);
- política cambial e comercial (controle da taxa de câmbio / incentivo à exportações / estabelecimento de quotas);
- política de rendas (controle de preços e salários / combate à inflação).

Fonte: pt.wikipedia.org e materiais para concursos

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