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O COFRINHO É UMA BOA OPÇÃO

Com a proximidade do dia das crianças, segue artigo do consultor e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro O Menino do Dinheiro (Editora Gente), no qual ele ensina como um simples cofrinho de presente para as crianças pode representar na mudança de comportamento em relação ao dinheiro com a educação financeira.

COFRINHOS SÃO ÓTIMAS OPÇÕES PARA EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Difícil encontrar alguém que na infância não tinha um cofrinho para guardar as moedas que ganhava dos familiares, ou que economizava no recreio da escola. Um momento que marcava na infância era o dia de quebrar esse objeto e descobrir o quanto tinha guardado e depois usar esse dinheiro nos mais variados desejos. Essa ação inocente, contudo, era muito importante, sendo os primeiros contatos das crianças com o dinheiro e o ato de poupar.

Infelizmente, nas décadas de 80 e 90 essas peças sumiram dos quartos das crianças em função dos altos índices de inflação e da mudança constante de moedas. Mas depois desse período cada vez é mais interessante que os pais voltem a presentear seus filhos com os cofrinhos para que eles iniciem um contato cada vez maior com o dinheiro, aprendendo a poupar para realizar esses sonhos.

Esses cofres podem ter os mais variados formatos, os mais comuns são os porquinhos, de todos os tamanhos e cores, isso não importa. O que realmente é importante é que na hora que se dá esse presente para as crianças se tenha uma conversa mostrando a importância de poupar, relacionando o dinheiro guardado a um sonho a ser realizado.

Um ponto importante é quando o dinheiro guardado no cofrinho atinge o valor do sonho, neste momento os pais devem fazer com que a compra do bem desejado seja realizada. Mas muito cuidado, é comum que os pais fiquem orgulhosos ao ver que a criança atingiu seu objetivo e ao invés de levá-la com seu dinheiro para realizar a compra os pais acabam não utilizando o dinheiro dela, quebrando neste momento o encanto e o prazer de conquista da criança de continuar poupando para realização de seus sonhos.

Não existe uma hora certa para a quebra do cofrinho, é aconselhável que o mesmo esteja cheio, ou em uma data que foi pré-estabelecida quando começou a guardar o dinheiro nele, como faz O Menino do Dinheiro. A antecipação da quebra demonstra falta de controle, pois é um compromisso que a criança assumiu. Assim, a quebra do cofrinho antes da hora somente em caso de extrema necessidade.

Fonte: www.disop.com.br

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DIVERSIFICAR É PRECISO

Ao fazer um investimento você está necessariamente assumindo um risco. Ao contrário de poupar, em que o objetivo é apenas preservar o valor do seu dinheiro, sem correr riscos, no investimento você tem a possibilidade de obter maior rentabilidade sobre os recursos aplicados. E por isso aceita assumir algum risco.

Há, no entanto, maneiras de minimizar o risco inerente ao investimento. A mais importante delas é a chamada diversificação, na qual procura-se fazer uma distribuição adequada dos recursos entre diferentes alternativas de investimento. O objetivo é assegurar que eventuais perdas em uma das opções sejam compensadas por ganhos em outras.

Trata-se da sábia recomendação de não se colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Adaptado ao mercado financeiro, o conceito significa que, mesmo que uma cesta de aplicação - renda fixa ou Bolsa - pareça segura e confiável, podem ocorrer imprevistos no cenário econômico que a fragilizam.

Daí a importância de construir uma carteira diversificada de investimentos, reduzindo os riscos da concentração em determinados ativos financeiros. Não é por acaso que as práticas modernas de gestão de recursos privilegiam cada vez mais o desempenho de uma carteira de investimentos, e não mais uma alternativa de investimento isolada.

Obviamente, essa alocação dos "ovos" em diferentes cestas precisa ser orientada por uma equipe de especialistas em assessoria financeira. Esses profissionais consideram não somente os riscos envolvidos em cada alternativa de investimento no cenário econômico, mas sobretudo o seu perfil de investidor. Essa avaliação indica o tipo de risco que você está disposto a assumir.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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ARRENDAMENTO MERCANTIL

O arrendamento mercantil ou leasing é um contrato através do qual a arrendadora ou locadora (a empresa que se dedica à exploração de leasing) adquire um bem escolhido por seu cliente (o arrendatário ou locatário) para, em seguida, alugá-lo a este último, por um prazo determinado.

Ao término do contrato o arrendatário pode optar por renová-lo por mais um período, por devolver o bem arrendado à arrendadora (que pode exigir do arrendatário, no contrato, a garantia de um valor residual) ou dela adquirir o bem, pelo valor de mercado ou por um valor residual previamente definido no contrato.

O cliente deste tipo de crédito, é, tipicamente, uma empresa, podendo, no entanto, ser, também, contratado por pessoa física. Simplificando o conceito, leasing é um tipo de aluguel de um ativo fixo (equipamentos, veículos, computadores) por um prazo determinado.

Existem 3 formas de leasing:

LEASING OPERACIONAL: a empresa de leasing fica responsável pela manutenção do bem arrendado para o seu perfeito funcionamento. A contratante pode rescindir o contrato a qualquer tempo, mediante um aviso prévio combinado com antecedência.

LEASING FINANCEIRO: é uma operação de financiamento sob a forma de locação. Essa operação se assemelha, no sentido financeiro, com um empréstimo que utiliza o bem como garantia. A empresa contratante pode comprar o bem em questão, renovar o contrato ou devolver o bem, no final do contrato.

SALE AND LEASE BACK: é uma operação variante do leasing financeiro, na qual a empresa vende bens do seu ativo fixo a uma empresa de leasing e, ao mesmo tempo, os arrenda com opção de compra.

Fonte: www.sebraesp.com.br e pt.wikipedia.org

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SURGIMENTO DAS OPÇÕES

O primeiro registro de um a transação de opções envolvendo um contrato está na bíblia. O Livro de Gênesis conta com o Jacob fez um contrato do tipo opções para se casar com a filha mais nova de Laban, Rachel. Jacob obteve permissão para casar com Rachel se ele concordasse em trabalhar para Laban por sete anos. Na linguagem das opções, Jacob pagou o “prêmio” de sete anos de trabalho e recebeu o “direito mas não a obrigação” de casar com Rachel.

O primeiro especulador com opções que se tem registro foi Thales, um astrônomo e o primeiro eminente filósofo grego. Segundo Aristótele, Thales “sabia pelos seus conhecimentos das estrelas, ainda no inverno, que ocorreria uma grande colheita de azeitonas no ano seguinte. Tendo pouco dinheiro, ele reservou todos os depósitos de olivas em Chios e Miletus, pagando taxas bem baratas porque não haviam mais interessados.” Uma colheita abundante e uma grande demanda por depósitos de olivas provou que as previsões de Thales estavam corretas, e com seus contratos de locação já pagos, ele utilizou os depósitos com grande lucros.

Ainda que muitas pessoas associem opções apenas com especulação, o conceito de opção veio de uma necessidade de controle do risco ligado as flutuações dos preços nos mercados agrícolas. A primeira documentação de tal uso das opções ocorre na Holanda em 1634. As tulipas eram um símbolo de status entre a aristrocacia holandesa do século 17 e, neste tempo, era comum os mercadores venderem a futuro (para entregar a posteriori). Havia portanto, grande risco em aceitar vender a um preço fixo no futuro sem saber, com certeza, qual seria o preço exato no momento da venda. Para limitar este risco e assegurar uma margem de lucro, muitos mercadores compravam opções dos plantadores. Estas opções asseguravam aos mercadores o direito, mas não a obrigação, de comprar tulipas dos plantadores a um preço pré-determinado por um período específico de tempo. Em outras palavras, o preço máximo para os mercadores era fixado até que chegasse a hora de entregar as tulipas aos aristocratas e receber o pagamento. Se as tulipas passassem a custar mais que o preço máximo (ou pré-determinado), os mercadores que possuiam as opções, exigiariam do plantador a entrega ao preço máximo combinado, assegurando uma margem de lucro. Se, entretanto, o preço caísse e a opção expirasse sem valor, o mercador ainda podia ter lucro comprando tulipas a um preço mais baixo e depois revendendo com lucro. Estes contratos de opções, permitiu que muitos mercadores permanecessem trabalhando durante períodos de extrema volatilidade nos preços das tulipas.

O conceito importante que fica desta pequena história é que as opções não foram criadas para serem o instrumento especulativo que muitos fazem uso, mas sim, para serem um intrumento de proteção contra grandes variações de preços.

Fonte: www.carteiradeinvestimento.wordpress.com

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