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ANÁLISE GRÁFICA ESTRATÉGICA

Além da análise fundamentalista, alguns investidores do mercado de ações também utilizam a análise gráfica (ou escola técnica) para embasar suas decisões de compra e venda dos papéis negociados na Bolsa de Valores. Essa escola observa o movimento dos preços das ações com base em três premissas:

1. tudo se reflete nos preços do mercado;
2. os preços movem-se conforme tendências que se mantêm ao longo do tempo, até que algum fato novo venha a alterá-las;
3. os movimentos do mercado obedecem a padrões repetitivos e identificáveis.


Esse tipo de análise tem como base o sobe-e-desce dos preços de uma ação durante determinado período de tempo, expresso em gráficos que também demonstram movimentos de mercado – antecipando, assim, ciclos de alta e de baixa na Bolsa de Valores.

Para os analistas técnicos, também chamados de "grafistas", não interessa a qual empresa se refere o gráfico; eles analisam apenas os movimentos e as tendências de preço de cada papel. Por meio dessa observação, conseguem projetar o possível comportamento dos papéis no futuro e definir, dessa forma, oportunidades de compra e venda.

Devido à sua maior complexidade, a compra e venda de ações por meio da análise técnica é recomendada para os investidores que tenham bom conhecimento do assunto e, geralmente, um horizonte de curtíssimo prazo para as suas aplicações.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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O COFRINHO É UMA BOA OPÇÃO

Com a proximidade do dia das crianças, segue artigo do consultor e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro O Menino do Dinheiro (Editora Gente), no qual ele ensina como um simples cofrinho de presente para as crianças pode representar na mudança de comportamento em relação ao dinheiro com a educação financeira.

COFRINHOS SÃO ÓTIMAS OPÇÕES PARA EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Difícil encontrar alguém que na infância não tinha um cofrinho para guardar as moedas que ganhava dos familiares, ou que economizava no recreio da escola. Um momento que marcava na infância era o dia de quebrar esse objeto e descobrir o quanto tinha guardado e depois usar esse dinheiro nos mais variados desejos. Essa ação inocente, contudo, era muito importante, sendo os primeiros contatos das crianças com o dinheiro e o ato de poupar.

Infelizmente, nas décadas de 80 e 90 essas peças sumiram dos quartos das crianças em função dos altos índices de inflação e da mudança constante de moedas. Mas depois desse período cada vez é mais interessante que os pais voltem a presentear seus filhos com os cofrinhos para que eles iniciem um contato cada vez maior com o dinheiro, aprendendo a poupar para realizar esses sonhos.

Esses cofres podem ter os mais variados formatos, os mais comuns são os porquinhos, de todos os tamanhos e cores, isso não importa. O que realmente é importante é que na hora que se dá esse presente para as crianças se tenha uma conversa mostrando a importância de poupar, relacionando o dinheiro guardado a um sonho a ser realizado.

Um ponto importante é quando o dinheiro guardado no cofrinho atinge o valor do sonho, neste momento os pais devem fazer com que a compra do bem desejado seja realizada. Mas muito cuidado, é comum que os pais fiquem orgulhosos ao ver que a criança atingiu seu objetivo e ao invés de levá-la com seu dinheiro para realizar a compra os pais acabam não utilizando o dinheiro dela, quebrando neste momento o encanto e o prazer de conquista da criança de continuar poupando para realização de seus sonhos.

Não existe uma hora certa para a quebra do cofrinho, é aconselhável que o mesmo esteja cheio, ou em uma data que foi pré-estabelecida quando começou a guardar o dinheiro nele, como faz O Menino do Dinheiro. A antecipação da quebra demonstra falta de controle, pois é um compromisso que a criança assumiu. Assim, a quebra do cofrinho antes da hora somente em caso de extrema necessidade.

Fonte: www.disop.com.br

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100 DICAS EMPREENDEDORAS

Listamos abaixo 100 dicas de como lidar com Funcionários, Gerenciamento, Organização, Marketing, Finanças, Vendas, Jurídico.

FUNCIONÁRIOS
1 – Promova diversão;
2 – Estimule a participação;
3 – Sorria durante o expediente;
4 – Descubra os anseios;
5 – Contrate com cautela;
6 – Evidencie o comprometimento;
7 – Invista em planos de carreira;
8 – Aproxime-se dos funcionários;
9 – Retribua o esforço;
10 – Sirva como exemplo.


GERENCIAMENTO
1 – Cresça moderadamente;
2 – Assuma riscos;
3 – Conheça seu público-alvo;
4 – Dedique-se totalmente;
5 – Escolha o ponto certo;
6 – Seja ambicioso;
7 – Delegue funções;
8 – Aposte na pontualidade;
9 – Administre com cautela;
10 – Supere obstáculos;
11 – Preserve a motivação;
12 – Evite desperdícios;
13 – Controle os estoques;
14 – Busque auxílio de incubadoras;
15 – Modernize seu empreendimento;
16 – Avalie o desempenho de seus funcionários;
17 – Analise as oportunidades;
18 – Prefira profissionais especializados;
19 – Visualize resultados;
20 – Busque orientações;
21 – Ofereça um serviço de atendimento ao cliente;
22 – Cobre resultados;
23 – Nunca misture o emocional com o profissional;

ORGANIZAÇÃO
1 – Escolha certo seus funcionários;
2 – Torne-se um aprendiz;
3 – Saiba liderar;
4 – Trace objetivos e metas;
5 – Atualize-se periodicamente;
6 – Saiba lidar com seu(s) sócio(s);
7 – Confie na equipe;
8 – Acredite no seu trabalho;
9 – Aposte na criatividade;
10 – Atente para os fornecedores;
11 – Cuide do aspecto interno de sua empresa;
12 – Patenteie sua marca;
13 – Avalie com informalidade;
14 – Atue com honestidade;
15 – Comunique-se com eficiência;
16 – Não desvie o foco;
17 – Prepare-se para mudanças;
18 – Divida seu tempo;
19 – Cuide da manutenção de máquinas e equipamentos;
20 – Teste-se sempre;
21 – Faça sua família conhecer melhor sua rotina;
22 – Reflita sobre o trabalho;
23 – Seja cordial;
24 – Acerte com os erros;
25 – Relaxe e pratique atividades de lazer.

MARKETING
1 – Conheça a concorrência;
2 – Identifique as oportunidades;
3 – Agrade o cliente;
4 – Crie uma identidade visual;
5 – Aposte na divulgação;
6 – Invista no marketing de relacionamento;
7 – Construa um site;
8 – Tenha postura empreendedora;
9 – Conquiste pela vitrine;
10 – Aposte em franquias;
11 – Anuncie localmente;
12 – Apóie eventos sociais;
13 – Informatize-se;
14 – Estude e progrida;
15 – Viaje e evolua;
16 – Melhore sempre;
17 – Divulgue de acordo com sua verba.

FINANÇAS - VENDAS - JURÍDICO
1 – Controle as finanças;
2 – Evite dívidas;
3 – Conte com capital de giro;
4 – Preserve a estratégia de vendas;
5 – Incentive a interação do grupo;
6 – Atente para as questões jurídicas;
7 – Esteja alerta à tributação;
8 – Adapte-se a sazonalidade;
9 – Combata a inadimplência;
10 – Aposte na entrega em domicílio;
11 – Acompanhe a concorrência;
12 – Entenda o mercado financeiro;
13 – Atente para a inflação;
14 – Remunere com justiça;
15 – Pesquise preços;
16 – Aproxime-se do cliente;
17 – Encontre opções de pagamento;
18 – Invista em treinamento;
19 – Invista continuamente;
20 – Controle as despesas;
21 – Mantenha a contabilidade em dia;
22 – Controle o caixa diário;
23 – Analise seus indicadores de resultados;
24 – Fuja de cheques especiais e empréstimos de curto prazo;
25 – Leia o novo código civil.

Fonte: www.clubedopairico.com.br

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DUE DILIGENCE

O Due Diligence ou Diligência Prévia refere-se ao processo de investigação de uma oportunidade de negócio que o investidor deverá encarar. Embora possa ser uma obrigação legal, o termo refere-se normalmente a investigações voluntárias. Um exemplo de diligência prévia é o processo segundo o qual um potencial adquirente avalia o o seu alvo e respectivos ativos, quando tem a intenção de proceder a uma aquisição.

O termo Due Diligence entrou em uso geral com o US Securities Act de 1933. Este ato incluía uma defesa referida no ato como a defesa Due Diligence que poderia ser usada pelos brokers quando acusados de insuficiente divulgação de informação relevante aos investidores.

Desde que o broker tivesse feito a sua investigação de diligência prévia em relação à companhia cujas ações estavam a venda e tivessem divulgado aos investidores o que tinham apurado, o broker não poderia ser acusado de não divulgação de informação (que não tivesse sido obtida nessa investigação).

A totalidade dos brokers rapidamente institui isto como uma prática padrão, conduzindo investigações de diligência prévia em qualquer oferta pública de venda na qual se envolvessem. Originalmente o termo limitava-se a oferta pública de ações, mas ao longo do tempo também passou a ser associado a investigações de fusões e aquisições.

Fonte: pt.wikipedia.org

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SURGIMENTO DAS OPÇÕES

O primeiro registro de um a transação de opções envolvendo um contrato está na bíblia. O Livro de Gênesis conta com o Jacob fez um contrato do tipo opções para se casar com a filha mais nova de Laban, Rachel. Jacob obteve permissão para casar com Rachel se ele concordasse em trabalhar para Laban por sete anos. Na linguagem das opções, Jacob pagou o “prêmio” de sete anos de trabalho e recebeu o “direito mas não a obrigação” de casar com Rachel.

O primeiro especulador com opções que se tem registro foi Thales, um astrônomo e o primeiro eminente filósofo grego. Segundo Aristótele, Thales “sabia pelos seus conhecimentos das estrelas, ainda no inverno, que ocorreria uma grande colheita de azeitonas no ano seguinte. Tendo pouco dinheiro, ele reservou todos os depósitos de olivas em Chios e Miletus, pagando taxas bem baratas porque não haviam mais interessados.” Uma colheita abundante e uma grande demanda por depósitos de olivas provou que as previsões de Thales estavam corretas, e com seus contratos de locação já pagos, ele utilizou os depósitos com grande lucros.

Ainda que muitas pessoas associem opções apenas com especulação, o conceito de opção veio de uma necessidade de controle do risco ligado as flutuações dos preços nos mercados agrícolas. A primeira documentação de tal uso das opções ocorre na Holanda em 1634. As tulipas eram um símbolo de status entre a aristrocacia holandesa do século 17 e, neste tempo, era comum os mercadores venderem a futuro (para entregar a posteriori). Havia portanto, grande risco em aceitar vender a um preço fixo no futuro sem saber, com certeza, qual seria o preço exato no momento da venda. Para limitar este risco e assegurar uma margem de lucro, muitos mercadores compravam opções dos plantadores. Estas opções asseguravam aos mercadores o direito, mas não a obrigação, de comprar tulipas dos plantadores a um preço pré-determinado por um período específico de tempo. Em outras palavras, o preço máximo para os mercadores era fixado até que chegasse a hora de entregar as tulipas aos aristocratas e receber o pagamento. Se as tulipas passassem a custar mais que o preço máximo (ou pré-determinado), os mercadores que possuiam as opções, exigiariam do plantador a entrega ao preço máximo combinado, assegurando uma margem de lucro. Se, entretanto, o preço caísse e a opção expirasse sem valor, o mercador ainda podia ter lucro comprando tulipas a um preço mais baixo e depois revendendo com lucro. Estes contratos de opções, permitiu que muitos mercadores permanecessem trabalhando durante períodos de extrema volatilidade nos preços das tulipas.

O conceito importante que fica desta pequena história é que as opções não foram criadas para serem o instrumento especulativo que muitos fazem uso, mas sim, para serem um intrumento de proteção contra grandes variações de preços.

Fonte: www.carteiradeinvestimento.wordpress.com

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BUDGET E FORECAST

Dois termos que são muito usados hoje em dia são o budget e o forecast. E você, sabe o que é isso? Budget nada mais é do que um orçamento empresarial anual. Antes de iniciar o ano a empresa analisa os fatores econômicos, mercado, capacidade de produção e define qual o volume de vendas previsto. Com base neste volume de vendas a empresa orça todos os custos e despesas elaborando um plano de contas. Forecast é a avaliação que a empresa faz a cada mês, comparando o budget com a posição real de momento, afim de encontrar divergências e buscar revisões. O forecast nada mais é do que o budget ajustado.

Por exemplo, a empresa orça R$ 1.000,00 de despesa com vendas mês a mês, totalizando um budget de R$ 12.000,00 anual. Porém, nos dois primeiros meses, a empresa verifica que gastou R$ 1.500,00 em cada mês. A empresa deve então ajustar os saldos dos próximos meses para que ela se iguale ao que ela tinha orçado antes. Se fizer isso, terá como forecast R$ 1.500,00 nos dois primeiros meses e R$ 900,00 nos meses restantes.

Budget e forecast são, em geral, usados em planilhas de excel ou sistemas integrados e são apresentados por períodos. Estes conceitos também relacionam-se com os processos de logística, sendo importante a sua elaboração para que não se produza mais do que irá vender.

Fonte: fóruns de discussão e materiais de economia

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