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ANÁLISE GRÁFICA ESTRATÉGICA

Além da análise fundamentalista, alguns investidores do mercado de ações também utilizam a análise gráfica (ou escola técnica) para embasar suas decisões de compra e venda dos papéis negociados na Bolsa de Valores. Essa escola observa o movimento dos preços das ações com base em três premissas:

1. tudo se reflete nos preços do mercado;
2. os preços movem-se conforme tendências que se mantêm ao longo do tempo, até que algum fato novo venha a alterá-las;
3. os movimentos do mercado obedecem a padrões repetitivos e identificáveis.


Esse tipo de análise tem como base o sobe-e-desce dos preços de uma ação durante determinado período de tempo, expresso em gráficos que também demonstram movimentos de mercado – antecipando, assim, ciclos de alta e de baixa na Bolsa de Valores.

Para os analistas técnicos, também chamados de "grafistas", não interessa a qual empresa se refere o gráfico; eles analisam apenas os movimentos e as tendências de preço de cada papel. Por meio dessa observação, conseguem projetar o possível comportamento dos papéis no futuro e definir, dessa forma, oportunidades de compra e venda.

Devido à sua maior complexidade, a compra e venda de ações por meio da análise técnica é recomendada para os investidores que tenham bom conhecimento do assunto e, geralmente, um horizonte de curtíssimo prazo para as suas aplicações.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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O LUCRO DAS EMPRESAS

Uma boa forma de participar diretamente dos lucros das empresas é investir nas chamadas carteiras de dividendos, compostas basicamente por papéis de empresas que possuem boas políticas de distribuição de seus lucros aos acionistas. Uma boa estratégia para aumentar seus recursos no futuro é reinvestir os dividendos ganhos em novas ações da empresa.

Essa distribuição se dá por meio do pagamento de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio, proporcionais aos resultados da empresa em determinado período. Dessa maneira, o investidor conta com duas oportunidades de retorno: a da valorização das ações em bolsa e a da distribuição dos lucros das empresas.

As carteiras de dividendos tem como estratégia alocar os recursos em empresas boas pagadoras de dividendos, que tenham boa liquidez em bolsa e possuam bom potencial de valorização no futuro. É uma carteira bem diversificada por setores econômicos e é indicada para investidores com horizonte de aplicação para médio e longo prazos.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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A BOLSA E SEUS MITOS

Ao contrário do que parece, a palavra mito habita não apenas o universo dos deuses e heróis, mas também ambientes bem terrenos como o mercado de ações. Entender o que são esses mitos e saber destruí-los é fundamental para que o investidor se sinta seguro ao entrar nesse mercado. Confira abaixo alguns deles.

A BOLSA É UM CASSINO

Essa é uma afirmação bem distante da realidade do mercado. Os mecanismos de regulação pelas próprias Bolsas (auto-regulação) e pelas entidades regulatórias (no caso do Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários – CVM) são de boa qualidade e funcionam como excelentes antídotos para o conceito de jogo ou cassino. Além disso, cada vez mais as empresas se empenham em melhorar seus índices de governança corporativa, o que traz maior transparência ao mercado e aos investidores.

A BOLSA É UMA LOTERIA

Ao investir em ações, você está comprando parte de um negócio, e não um bilhete de loteria. É a possibilidade de participar de uma atividade lucrativa, beneficiando-se com os resultados das empresas (dividendos), além da possível valorização do papel e, por conseqüência, do seu investimento. Já para aqueles que desejam "jogar na Bolsa", sem ter noção do mercado, das empresas e respectivos setores, de fato a possibilidade de perder dinheiro é grande.

A BOLSA É TERRENO PARA GRANDES INVESTIDORES

Realmente é de grande relevância a participação dos grandes investidores, nacionais e estrangeiros, particularmente os chamados institucionais (fundos de pensão, seguradoras etc.). Mas há também espaço para o pequeno investidor, que pode participar desse mercado de várias formas, seja comprando/vendendo ações diretamente na internet por meio dos chamados home brokers, seja por meio de fundos de investimento especialmente criados para essa finalidade, como os fundos de ações, os fundos multimercados etc.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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STAKEHOLDER

Stakeholder ou, em português, parte interessada ou interveniente, refere-se a todos os envolvidos num processo, por exemplo, clientes, colaboradores, investidores, fornecedores, comunidade etc. O processo em questão pode ser de caráter temporário (como um projeto) ou duradouro (como o negócio de uma empresa ou a missão de uma organização sem fins lucrativos).

O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores.

De modo geral, essas expectativas envolvem satisfação de necessidades, compensação financeira e comportamento ético. Cada interveniente ou grupo de intervenientes apresenta/representa um determinado tipo de interesse no processo.

O envolvimento de todos os intervenientes não maximiza obrigatoriamente o processo, mas permite achar um equilíbrio de forças e minimizar riscos e impactos negativos na execução desse processo.

Uma organização que pretende ter uma existência estável e duradoura deve atender simultaneamente as necessidades de todas as suas partes interessadas. Para fazer isso ela precisa gerar valor, isto é, a aplicação dos recursos usados deve gerar um benefício maior do que seu custo total.

O termo "stakeholder" foi criado para designar todas as pessoas, instituições ou empresas que, de alguma maneira, são influenciadas pelas ações de uma organização.

Fonte: pt.wikipedia.org

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DIVERSIFICAR É PRECISO

Ao fazer um investimento você está necessariamente assumindo um risco. Ao contrário de poupar, em que o objetivo é apenas preservar o valor do seu dinheiro, sem correr riscos, no investimento você tem a possibilidade de obter maior rentabilidade sobre os recursos aplicados. E por isso aceita assumir algum risco.

Há, no entanto, maneiras de minimizar o risco inerente ao investimento. A mais importante delas é a chamada diversificação, na qual procura-se fazer uma distribuição adequada dos recursos entre diferentes alternativas de investimento. O objetivo é assegurar que eventuais perdas em uma das opções sejam compensadas por ganhos em outras.

Trata-se da sábia recomendação de não se colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Adaptado ao mercado financeiro, o conceito significa que, mesmo que uma cesta de aplicação - renda fixa ou Bolsa - pareça segura e confiável, podem ocorrer imprevistos no cenário econômico que a fragilizam.

Daí a importância de construir uma carteira diversificada de investimentos, reduzindo os riscos da concentração em determinados ativos financeiros. Não é por acaso que as práticas modernas de gestão de recursos privilegiam cada vez mais o desempenho de uma carteira de investimentos, e não mais uma alternativa de investimento isolada.

Obviamente, essa alocação dos "ovos" em diferentes cestas precisa ser orientada por uma equipe de especialistas em assessoria financeira. Esses profissionais consideram não somente os riscos envolvidos em cada alternativa de investimento no cenário econômico, mas sobretudo o seu perfil de investidor. Essa avaliação indica o tipo de risco que você está disposto a assumir.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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QUAL SEU PERFIL DE INVESTIDOR

"Quanto maior o retorno, maior o risco." Não é por acaso que essa é a regra número 1 no mundo das finanças. No entanto, em um ambiente de juros elevados, mesmo aplicações consideradas de baixo risco, como os fundos DI, podem gerar retornos atrativos para os investidores. Por isso, é cada vez mais importante para o investidor entender qual é o seu perfil de risco.

Se o seu objetivo é apenas preservar o patrimônio conquistado, evitando riscos, você pode ser classificado como um investidor "conservador". Se visa fazer crescer o investimento, aceitando riscos maiores, será classificado como "arrojado". Ou, ainda, um meio-termo entre esses dois extremos: o perfil "moderado". É importante destacar que esse perfil não guarda relação direta com a sua personalidade ou com a sua idade, mas sim com o que você pretende fazer com o seu investimento. Por exemplo: é preciso levar em conta se você vai necessitar desses recursos no curto prazo ou se está disposto a aceitar variações negativas de rentabilidade nos momentos de maior volatilidade.

Um investidor que hoje se encaixa no perfil "arrojado" pode perfeitamente, em razão de mudanças na sua vida, passar para o perfil "conservador". O importante é que você se sinta confortável com o seu investimento.

CONSERVADOR

Busca segurança acima de tudo. Geralmente, são pessoas com vários dependentes, pouca experiência em mercado financeiro, não toleram perdas e o principal objetivo do investimento é a preservação do patrimônio. Os produtos com maior participação na carteira de investimentos desse perfil são: CDB, fundos DI e renda fixa.

MODERADO

Visa melhores retornos para seus investimentos, mas com moderação. Normalmente, aplica a maior parte em DI e renda fixa e o restante em produtos de média volatilidade, como fundos multimercado. Geralmente, são pessoas com algum conhecimento em mercado financeiro, poucos dependentes e cujos investimentos não serão utilizados em despesas diárias. Os produtos mais indicados para esse perfil são: fundos de renda fixa, multimercado e um pouco em ações ou fundo de ações.

ARROJADO

Aceita correr maiores riscos na busca de melhor rentabilidade. Aloca boa parte dos seus recursos em produtos de maior volatilidade, como ações e fundos de ações. Geralmente, são pessoas que conhecem muito bem o mercado financeiro, têm poucos dependentes, ou nenhum, e investimentos que serão utilizados no longo prazo. Os produtos mais indicados para esse perfil são os fundos multimercado, fundos de ações e ações.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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ENTENDA O RISCO BRASIL

A função do risco-país é orientar o investidor. No mundo globalizado, é possível aplicar dinheiro em qualquer país do mundo. Para isso serve o risco-país, ele mede o quanto o investidor deveria ganhar a mais para compensar o risco de investir em determinado país.

No dia 30 de abril de 2008, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s concedeu grau de investimento ao Brasil, seguida pela agência Fitch, isto demonstra de que o Brasil atualmente possui uma posição mais sólida e menos venerável a crises externas, proporcionando ao investidor uma opção mais segura de investimentos.

EMERGING MARKETS BOND INDEX PLUS (EMBI+)
O indicador é o Emerging Markets Bond Index Plus (EMBI+), foi criado em 1992 pelo banco JP Morgan para medir o grau de insolvência que cada país representa para o investidor. O indicador apenas considera países emergentes. Quando se refere à economia doméstica, é conhecido como risco Brasil.

EFEITOS DA QUEDA
Quanto menor o risco, maior a capacidade do país para atrair investidores, seja via investimentos na economia real ou investimentos de portfolio. Pela política dos maiores fundos de pensão do mundo, o grau de investimento, é uma espécie de sinal verde necessária para os investimentos. Se um país tiver o risco alto e quiser atrair investimentos, ele tem que aumentar sua taxa de juros para, mesmo com o elevado grau de incerteza, ainda ser uma opção atraente para o investidor. Para a economia quanto mais baixo o indicador, melhor as condições de financiamento pelas empresas e pelo tesouro nacional frente aos investidores externos. O Brasil atualmente e considerado Grau de Investimento ou se preferir (Investment Grade), condição adquirida pelas agencias de rating Standard & Poors e Fitch.

METODOLOGIA
Para medir o risco-país, o JP Morgan acompanha uma série de indicadores econômicos e sociais dos países emergentes, tais como déficit fiscal, crescimento da economia, solidez das instituições, entre outros. Para padronizar a informação, foi criada uma pontuação. Os títulos do tesouro dos EUA, considerados os mais seguros do mundo pelo mercado financeiro, foram adotados como referência para “risco zero”: cada 100 pontos no risco representam 1% que os títulos de determinado país deveriam render a mais que o dos EUA para valer a pena. Cada 100 pontos, contabiliza 1% de ganho.

PIOR RESULTADO
O Risco Brasil foi popularizado durante a crise de confiança que antecedeu a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Foi o pior resultado que o risco-país já atingiu (recorde de alta) à pontuação de 2.436 pontos Essa pontuação foi registrada logo depois de o Fundo Monetário Internacional (FMI) ter liberado um empréstimo de US$ 30 bilhões para socorrer a economia brasileira.

RESUMO
O Risco Brasil aos 226 pontos base (fechamento 08/08/2008), significa que o Brasil paga 2,26 como prêmio (em dólar) acima dos juros dos títulos norte americanos, considerados livre de risco. Esse prêmio de risco influencia as taxas pagas pelas empresas brasileiras para captar recursos no exterior. Ou seja, o risco Brasil em queda significa menor custo de captação tanto para o governo brasileiro quanto para as empresas do País. Atualmente o Brasil foi classificado como grau não especulativo pelas agências Stardard & Poors (BBB-) e Fitch e permanece na espera do upgrade da nota crédito pela agência Moodys.

Fonte: www.artigonal.com

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EDUCAÇÃO PARA INVESTIDORES

Em 2002 a Bovespa lançou um programa de popularização do mercado de ações, feito para quem queria começar a investir, porém este não obteve os resultados esperados.

E então, há um ano, a Bovespa criou vários cursos gratuitos para quem tem de 11 a 70 anos, com o objetivo de ajudar as pessoas a primeiro organizar suas finanças para só depois pensar em investir. Elas aprendem que a administração do dinheiro tem muito a ver com sua vida e que isso pode trazer muitos ganhos futuros.

É por causa da falta de uma educação e administração das próprias finanças que muitas pessoas não conseguem prosperar financeiramente. Infelizmente nem todo mundo faz cursos, estuda ou procura entender sobre suas finanças. Mas elas querem investir, querem ganhar dinheiro, mas não conseguem porque têm dificuldade de lidar com o dinheiro, gastando mais do que podem, ficando naquele "vai-e-vem financeiro". E se conseguem investir, não ficam felizes o suficiente, pois os ganhos não correspondem às suas expectativas. Isso tudo porque a pessoa não foi educada financeiramente, não da maneira correta, ou se está tentando, ainda não conseguiu.

De acordo com a psicóloga Fernanda Patriarca, planejar seu dinheiro é planejar sua vida, e para ser alguém próspero, é preciso olhar para nossas raízes familiares, nossa cultura e principalmente para quem somos e como fazemos nossas escolhas. Para sair do saldo negativo não basta apenas entender de cálculos. A forma como as pessoas lidam com o dinheiro tem tudo a ver com a maneira como se relacionam com seu dia-a-dia. É necessário gastar com a razão e não com o sentimento, pois as dívidas são o reflexo de uma desorganização emocional. Agir com a razão antes de comprar é se perguntar: "Eu preciso mesmo disso?". É comprar tendo a certeza de que você precisa mesmo daquilo.

Precisamos também perceber quando seguimos para o caminho dos extremos: o perdulário e o avarento. A pessoa que gasta demais, não tendo controle, não poupa para o futuro. Mas quem guarda tudo, não se permite ser feliz, restringindo-se aos pequenos prazeres da vida. Educar-se financeiramente é seguir a trilha do meio e esse é um processo longo, onde é preciso determinação e persistência, o que nem sempre é fácil.

Tenha certeza que quem consegue chegar a esse caminho se permitirá a uma vida muito mais tranqüila, tendo em mãos ferramentas poderosas para transformar alguns de seus sonhos em realidade.

Fonte: sucesso.hitechlive.com.br

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DUE DILIGENCE

O Due Diligence ou Diligência Prévia refere-se ao processo de investigação de uma oportunidade de negócio que o investidor deverá encarar. Embora possa ser uma obrigação legal, o termo refere-se normalmente a investigações voluntárias. Um exemplo de diligência prévia é o processo segundo o qual um potencial adquirente avalia o o seu alvo e respectivos ativos, quando tem a intenção de proceder a uma aquisição.

O termo Due Diligence entrou em uso geral com o US Securities Act de 1933. Este ato incluía uma defesa referida no ato como a defesa Due Diligence que poderia ser usada pelos brokers quando acusados de insuficiente divulgação de informação relevante aos investidores.

Desde que o broker tivesse feito a sua investigação de diligência prévia em relação à companhia cujas ações estavam a venda e tivessem divulgado aos investidores o que tinham apurado, o broker não poderia ser acusado de não divulgação de informação (que não tivesse sido obtida nessa investigação).

A totalidade dos brokers rapidamente institui isto como uma prática padrão, conduzindo investigações de diligência prévia em qualquer oferta pública de venda na qual se envolvessem. Originalmente o termo limitava-se a oferta pública de ações, mas ao longo do tempo também passou a ser associado a investigações de fusões e aquisições.

Fonte: pt.wikipedia.org

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