Cupom de Desconto

Mostrando postagens com marcador gestão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gestão. Mostrar todas as postagens

ECONOMIA CRIATIVA

Empreender de modo diferenciado, com responsabilidade, se preocupando com as questões culturais locais e sem visar o lucro a qualquer custo. Se você pensa e age assim, você está contribuindo com o desenvolvimento de sua região e praticando a economia criativa. Este conceito de economia se caracteriza por agregar capital intelectual, conteúdo inovador e valor cultural e comercial aos segmentos de produção de bens e prestação de serviços.

Todo empreendedor procura ter um negócio rentável e que lhe traga satisfação. Esta sensação de bem estar pode ser ampliada ao desenvolver um modelo que mescle o retorno econômico com a inclusão social. Além de criar mais empregos e ajudar a incrementar o PIB nacional, estaremos diversificando os meios de produção de forma sustentável.

A economia criativa não é aplicada apenas em produtos e serviços, ela também envolve processos, modelos de negócios e práticas de gestão. A principal fonte para a produção dos recursos é o capital intelectual e este, por sua vez, tem como características:

- conhecimento;
- criatividade;
- cultura;
- empreendedorismo;
- imaginação;
- inovação.

Ao trabalhar todas estas características juntas ou combiná-las em grupos, teremos munição suficiente para empregar, gerar renda responsável e desenvolver uma região de forma sustentável.

No Brasil este conceito vem ganhando visibilidade e já desperta o interesse de investidores anjo e fundos de investimento. Devemos nos preparar para um grande desafio: orientar e direcionar os novos empreendedores para as oportunidas que surgirão com a Copa do Mundo em 2014 e com as Olimpíadas em 2016. O Brasil e o Rio de Janeiro vão receber milhares de turistas e, por isso, seremos vitrines para o mundo. A arte e a cultura serão nossos principais produtos comercializados.

Planejar é preciso!

Fonte: Blog do Dinheiro

leia mais...

FUNDOS CICLO DE VIDA

Se o seu estilo de vida muda ao longo dos anos, nada mais razoável que o seu plano de previdência acompanhe essas mudanças. Esse é o conceito dos chamados fundos "ciclo de vida", nos quais a política de investimentos prevê a alocação dos recursos entre renda fixa e renda variável de acordo com o horizonte de tempo planejado por você para utilização dos recursos.

Por exemplo: se você é jovem, a alocação dos recursos de seu plano em um primeiro momento pode ser mais arrojada, com maior participação de renda variável. Na medida em que se aproxima a data de realização do seu projeto de vida, essa alocação pode se tornar menos agressiva – privilegiando, por exemplo, os investimentos em renda fixa.

O objetivo é promover o equilíbrio entre o tempo do investimento e os riscos aos quais você estará associado nos diferentes períodos, permitindo assim a maximização do retorno financeiro e maior tranqüilidade no momento de utilização dos recursos.

Os fundos com conceito "ciclo de vida" são desenhados especialmente para as pessoas que não têm tempo ou experiência para acompanhar de perto o dia-a-dia do mercado financeiro. As decisões de investimento dos fundos, sempre de acordo com a data de saída escolhida, são tomadas por gestores de recursos altamente qualificados no longo prazo, que buscam as melhores oportunidades de ganhos no mercado financeiro. Em outras palavras, você determina quando irá precisar do dinheiro e, em função disso, o banco oferece o conjunto de investimentos mais adequado às suas necessidades.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

leia mais...

INVESTIMENTOS NA MEDIDA

Escolher a medida certa para os investimentos em um mercado financeiro com tantas alternativas de produtos e ativos não é tarefa fácil. São diferentes riscos envolvidos e, conseqüentemente, diferentes potenciais de retorno. Tudo isso em um cenário econômico que demanda cada vez mais a diversificação das aplicações, não importando em que perfil de investidor você se encaixe.

Uma das premissas mais importantes nesse contexto é a regra de não se colocarem "todos os ovos na mesma cesta". Trata-se de uma solução adequada para minimizar os riscos e potencializar os retornos, mas que leva a outra dúvida: "quantos ovos" devemos colocar em cada uma dessas "cestas"?

Baseado em dados históricos de desempenho e correlação entre as diversas classes de ativos financeiros, o modelo de alocação propõe, de acordo com o perfil do investidor, a distribuição de recursos mais conveniente a partir da combinação ideal entre fatores de risco e retornos pretendidos, tornando a carteira de investimentos mais eficiente.

Quando você possui apenas um tipo de investimento, você está 100% exposto ao risco desse investimento. Por exemplo, se tiver todo o seu capital aplicado em imóveis, você fica totalmente sujeito às flutuações e riscos do mercado imobiliário. Entretanto, se os seus recursos estiverem alocados em uma carteira diversificada, ou seja, com investimentos em renda fixa pré e pós-fixada, fundos multimercado, ações, ouro, imóveis etc., a exposição aos riscos é reduzida, pois qualquer alteração no cenário econômico afeta de forma diferente cada tipo de ativo que compõe a carteira.

A melhor forma de diminuir riscos, portanto, é formar uma carteira. Com a carteira formada, o seu acompanhamento passa a ser sobre o resultado total dessa carteira e não sobre um investimento em particular. Isso é o que chamamos de buscar uma melhor rentabilidade com uma gestão de risco mais eficiente.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

leia mais...

DIVERSIFICAR É PRECISO

Ao fazer um investimento você está necessariamente assumindo um risco. Ao contrário de poupar, em que o objetivo é apenas preservar o valor do seu dinheiro, sem correr riscos, no investimento você tem a possibilidade de obter maior rentabilidade sobre os recursos aplicados. E por isso aceita assumir algum risco.

Há, no entanto, maneiras de minimizar o risco inerente ao investimento. A mais importante delas é a chamada diversificação, na qual procura-se fazer uma distribuição adequada dos recursos entre diferentes alternativas de investimento. O objetivo é assegurar que eventuais perdas em uma das opções sejam compensadas por ganhos em outras.

Trata-se da sábia recomendação de não se colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Adaptado ao mercado financeiro, o conceito significa que, mesmo que uma cesta de aplicação - renda fixa ou Bolsa - pareça segura e confiável, podem ocorrer imprevistos no cenário econômico que a fragilizam.

Daí a importância de construir uma carteira diversificada de investimentos, reduzindo os riscos da concentração em determinados ativos financeiros. Não é por acaso que as práticas modernas de gestão de recursos privilegiam cada vez mais o desempenho de uma carteira de investimentos, e não mais uma alternativa de investimento isolada.

Obviamente, essa alocação dos "ovos" em diferentes cestas precisa ser orientada por uma equipe de especialistas em assessoria financeira. Esses profissionais consideram não somente os riscos envolvidos em cada alternativa de investimento no cenário econômico, mas sobretudo o seu perfil de investidor. Essa avaliação indica o tipo de risco que você está disposto a assumir.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

leia mais...

FINANÇAS NAS EMPRESAS

Segundo especialistas, finança é visto como uma ciência da gestão do dinheiro, que se preocupa com o desenvolvimento e entrega dos serviços antecipadamente, prevendo supostos erros e tomadas de decisões.

As grandes preocupações do setor financeiro são:

- processos;
- instituições;
- mercado;
- transferência de dinheiro;
- indivíduos;
- empresas;
- órgãos governamentais;
- planejamento financeiro;
- serviços bancários;
- investimentos e financiamentos;
- seguros;
- ações;
- concessão de crédito a clientes;
- avaliação de projetos de investimento;
- captação de fundos para financiar operações da empresa;
- negociação de orçamentos;
- avaliações de desempenho financeiro;
- venda de propostas;
- avaliação de demonstrações contábeis;
- fluxo de caixa organizado;
- análise de riscos e retornos.

Logo, os gerentes financeiros devem gerir ativamente todos os assuntos relacionados a finanças, desempenhando as mais diversas tarefas. Entretanto, atualmente, o ambiente possibilita expandir este campo no que se refere às mudanças no ambiente econômico, globalização de atividades e gestão do fluxo de caixa em diversas moedas.

Embora essas mudanças tornem a função de administração financeira mais completa, podem tornar a carreira mais gratificante e satisfatória. É importante ressaltar que o setor financeiro precisa ter ética e disciplina para que todos as ações e comunicações ocorram de maneira alinhada.

Gitman, 2004, cita algumas oportunidades de carreira para a área financeira:

- Analista Financeiro: prepara os planos financeiros e os orçamentos da empresa, faz previsões e comparações financeiras.
- Gerente de Investimentos: avalia e recomenda da aquisição de ativos; implantação de investimentos aprovados.
- Gerente Financeiro: busca financiamento para os investimentos aprovados, coordena consultores de projetos bancários.
- Gerente de Caixa: mantém e controla os saldos diários de caixa da empresa.
- Analista de Crédito: administra a política de crédito, avaliando solicitações de crédito.

O setor financeiro interage com todas as áreas da empresa, principalmente quando se trata de previsões úteis e as mais divergentes tomadas de decisões. O gestor financeiro utiliza como principal base o fluxo de caixa, pois é uma ferramenta transparente onde indica as receitas e despesas naquele período, possibilitando ao gestor fazer previsões em relação à média do período anterior.

Gitman, 2004, complementa que o fluxo de caixa mantém a solvência da empresa planejando exatamente tudo, cumprindo suas obrigações e adquirindo instrumentos para alcançar o objetivo determinado. Esta ferramenta auxilia o gestor a identificar os problemas existentes e futuros, podendo ficar precavido de qual caminho percorrer para atingir os melhores resultados.

As principais instituições que trabalham em conjunto com o setor financeiro das organizações são:

- bancos comerciais;
- associações de poupança e empréstimos;
- cooperativas de crédito;
- caixas econômicas;
- companhias de seguros;
- fundos de pensões;
- fundos de investimentos.

Estas instituições tem papel importante no que se refere à participação ativa dos mercados financeiros, como fornecedores e demandantes de fundos. Maximizar a riqueza dos proprietários, em nome dos quais elas são administradas, é o objetivo primordial de qualquer gestor financeiro, independente do tamanho e segmento da empresa.

O autor mencionado acima complementa afirmando que o administrador financeiro auxilia nas finalizações, devendo entender o ambiente econômico e apoiar-se fortemente no principio econômico da análise marginal ao tomar decisões, utilizando a contabilidade, mas concentrando nos fluxos de caixa e tomadas de decisões.

Fonte: daianifurtado.blogspot.com

leia mais...

A MULHER NA EMPRESA FAMILIAR

Homens e mulheres estão num emaranhado confuso de caminhos e decisões que podem afetar profundamente as suas vidas nos dias atuais, como reflexo da velocidade com que ocorrem transformações sociais.

Sugerimos alguns caminhos para aquelas que desejam chegar mais cedo às suas metas, aos seus sonhos, com esforço e luta, usando sua inteligência e capacidade, sem sofrer com a ditadura do espelho ou modismos do corpo:

01. Acompanhar as mudanças sociais e os novos papéis, tanto no lar, como nos negócios, entendendo que reciclar conhecimentos é fundamental, para o crescimento, como pessoa ou profissional.

02. Não confundir papel feminino com masculino, virando um coronel de saias, quando tiver o poder e comando de pessoas no seu negócio.

03. Manter-se jovem, seja no corpo, na alma, no espírito, não jogando em outras pessoas frustrações de carreira ou vida pessoal, mas entendendo que fazem parte do seu processo de crescimento.

04. Cultivar a vida espiritual, sempre que possível, buscando o equilíbrio entre corpo e mente, para ter uma vida melhor.

05. Não se acomodar julgando-se velha demais para estudar ou recomeçar a vida, "já que ela começa aos 40", e também exercer atividades sociais ou de filantropia preenchendo a sua vida com fins mais úteis do que fazer fofoca nos portões de casa, academias, salões de beleza ou mesmo gazetear na noite ou avenidas da cidade.

06. Acreditar que tem talento, para assumir maiores responsabilidades, seja na manutenção da família com o parceiro ou nos negócios, dividindo papéis e decisões. Lutar para manter sua individualidade e integridade ética sempre.

07. Ter sensibilidade para negociar os papéis no lar com o parceiro, buscando o equilíbrio de tempo e esforços de cada um, além do estabelecimento de limites para os filhos para evitar danos maiores, pela liberdade excessiva ou temor dos pais.

08. Jamais deixar de sonhar, porque os sonhos irão te manter viva, forte, vibrante, disposta a correr riscos, a buscar o impossível. Sonhos são alimentos que necessitamos no dia-a-dia e nos mantém fortes para todos os tipos de batalhas, sejam pessoais ou profissionais.

09. Saber lidar com a internet, não só como fonte de pesquisas, mas também com alguns cuidados com os filhos, já que sem filtros e com exageros muito lixo estará entrando na sua casa.

10. Correr atrás de todas as oportunidades de crescimento, seja indo a feiras, viagens pessoais ou profissionais, visitando clientes e fornecedores, participando de cursos e palestras, que possam agregar conhecimentos ao seu perfil, seja pessoal ou profissional.

11. Se fizer parte de negócios familiares, entender que é necessário ter um conhecimento maior sobre este modelo de empresa, evitando "cair do cavalo" porque não tinha informações especializadas sobre gestão familiar.

12. Seguir em frente, sempre, buscando energia nas pequenas vitórias como se fossem grandes feitos, afinal, de grão em grão, você pode ter uma colheita de oportunidades realizadas e chegar onde sempre desejou.

Fonte: www.artigonal.com

leia mais...

NECESSIDADES DE UMA EMPRESA

Para que uma empresa independente do porte e segmento colha bons frutos é necessário que faça planejamentos e análises financeiras, no qual é necessário entender os lucros, compreender os resultados da empresa, como aplicá-los da melhor forma.

Para fazer uma análise financeira satisfatória é preciso executar quatro itens importantes:

1) Verificar se todos os registros estão sendo bem controlados;
2) Fazer levantamento de contas a pagar e contas a receber;
3) Levantar todos os custos da empresa;
4) Fazer previsões de um período de 12 meses.

Se o gestor executar estes passos e utilizar o tripé da análise financeiro que é composto pelo caixa, lucro e patrimônio, pode-se avaliar o aspecto financeiro da organização como um todo, ou seja, as receitas (entradas) e despesas e custos (saídas), investimento, lucro/prejuízo, acúmulo de patrimônio. Assim, em conseqüência, poderá ver todo o caminho que o dinheiro percorre dentro da empresa e principalmente identificar os porquês desses caminhos, sendo possível também identificar onde o dinheiro vem, para onde ele vai, tendo assim a possibilidade de planejar a definição de estratégias para a organização e importante frisar agindo com toda segurança.

Alguns instrumentos necessários para fazer uma análise financeira com as devidas bases:

1) Fluxo de Caixa;
2) Movimento Diário;
3) Controle Bancário;
4) Acompanhamento de Estoques.

Logo, planejamento financeiro, controla as principais receitas, custos e despesas tendo como objetivo promover o crescimento e construir a solidez da organização.

Quando se faz uma análise financeira, possibilita ao gestor uma idéia clara do futuro da empresa, e assim criar estratégias para que os resultados sejam os melhores. É possível também controlar as receitas, custos e despesas, permitindo planejar os investimentos que a organização está executando no momento ou que irão executar.

Ressaltando os tópicos do tripé da estrutura financeira:

CAIXA: entende-se os controles financeiros básicos;
LUCRO: apuração do resultado, relação entre receitas e custos mais despesas;
PATRIMÔNIO: são os bens da empresa, relação entre enriquecimento e empobrecimento, o capital de giro e as tendências de crescimento.

E por fim, o planejamento bem elaborado com os dados reais, é um valioso instrumento auxiliador da tomada de decisão.

Fonte: daianifurtado.blogspot.com

leia mais...

PROFISSÕES DO FUTURO

Um estudo mostra que cerca de 80% das profissões desaparecerão nos próximos dez a vinte anos, mas novas oportunidades surgirão. O que as pessoas precisam entender é que as coisas não serão mais como eram antes. Além disso, existe uma dúvida grande sobre o tipo de formação que o mercado exigirá: se generalista ou superespecialista.

Veja algumas das profissões do futuro publicadas por uma revista americana:

• Administrador de Comunidades Virtuais;
Gestor de Segurança na Internet;
Designer e Planejador de Games;
• Gestor de Grandes Cidades;
• Oficial de Ética para Combater a Corrupção;
• Atores e Escritores Virtuais para Internet.

É difícil saber o futuro das profissões em um mundo em constantes mudanças. No futuro, haverá oportunidades somente para profissionais com capacidade de expressar e aplicar seu conhecimento, competências e habilidades de muitas maneiras.

Fonte: www.menegatti.srv.br e daianifurtado.blogspot.com

leia mais...

FINANÇAS HOJE E AMANHÃ

Muita gente escreve sobre Finanças na web e, em larga medida, o que vejo é "auto-ajuda", que tem apelo emotivo e o resultado alcançado por essa via é instável. A administração financeira exitosa começa por não se endividar pelos apelos emotivos do marketing Nada é mais real e presente em nossas vidas que finanças pois ela precede o nascimento e remanesce após a morte. Quando um bebê é concebido os pais abrem, mesmo inconscientemente, uma rubrica para os gastos pré-natalícios.

Após a morte, os gastos decorrentes, do fato mais indesejável para o ser humano, são honrados com provisão do falecido ou da família ou de amigos ou do Estado. As lágrimas vertidas, de alegria ou tristeza, não pagam as obrigações financeiras dos extremos da vida (nascer e morrer). Tem uma música antiga de Silvio Brito, se não me falha a memória, que diz "tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer". Finanças. Apenas isso!

Para o êxito em administração financeira apresento os dois Princípios Regentes em qualquer que seja o campo financeiro: pessoal, empresarial e governamental. São eles:

PRINCÍPIO DA OSTENTAÇÃO
Calcado na emoção, estático e individualista por tendência. Opera no curtíssimo prazo. Nele o trabalho é abjeto e, por extensão, é abjeção para o homem. Esse princípio é suporte à Gestão de Recursos Orientada para Imobilizar (GROI) em que, no caso do empresário, este imobiliza em excesso em terrenos, edificações, veículos, máquinas e outros. Quando isso acontece dizemos que a empresa tem Capital Fixo demasia (Capital Morto). O Capital Morto acarreta perdas pelo Custo de Oportunidade que é a receita que poderia ser obtida pela aplicação desse Capital Morto em Ativos Rentáveis. As dívidas são muito bem vindas, mesmo aquelas com efeito desastroso a longo prazo porque a marca desse princípio é o uso dos recursos para a aparência, seja o crédito ou Recursos Humanos ou o que for. Por isso, há pessoas em certas organizações que trabalham feito "burros-de-carga" e não vêem o fruto do seu trabalho. O Capital Humano não tem a devida importância no conjunto e a promoção do indivíduo é dada por critérios pessoais. Não contribui para a auto-sustentabilidade e nem para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento de uma nação.

PRINCÍPIO DA UTILIDADE
Calcado na razão, dinâmico e coletivista por tendência. Opera no longo prazo. Nele o trabalho é digno e, por extensão, dignifica o homem. Esse princípio dá suporte à Gestão de Recursos Orientada para Girar (GROG). A "menina dos olhos" do empreendedor é a Capacidade de Geração de Receitas cujo motor é o Capital em Giro. Aqui o Capital Fixo é muito bem delimitado para que a empresa aproveite ao máximo a disponibilidade de Capital no giro da sua atividade econômica. A imobilização em excesso pode deixar o empresário na dependência de Capitais de Terceiros para Financiar o seu Giro. Se você tem dinheiro e quer investir em um negócio já instalado, procure aqueles com grande potencial para girar e gerar receita. O "bom do negócio" pode não ser tão evidente como por exemplo uma bela carteira de clientes. É necessário ter tino e saber perscrutar. As dívidas são bem vindas quando há "perspectiva de retorno" porque a marca desse princípio é a utilidade dos recursos, o crédito se insere nesse contexto. O Capital Humano é primordial e a promoção do indivíduo é dada pelo mérito técnico-profissional. Contribui para auto-sustentabilidade e para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento nacional. As indústrias para comportar sua robusta estrutura, instalações e máquinas, necessitam de grande área em terreno e edificações mas isso não quer dizer que tenham Capital Morto.

No Brasil, até os anos 90, se avaliavam as empresas com base no IMOBILIZADO delas. As empresas eram bem vistas pelos prédios onde funcionavam e pela frota estacionada no pátio. Qual a utilidade desses ATIVOS? Essa não era uma indagação recorrente. O setor público era campeão nesse Pecado Capital. Os bancos públicos, ao contrário dos particulares, quando se instalavam numa cidadezinha ali construíam um palacete imponente que passava a servir como referência para transeuntes e visitantes.

A partir da década de 90, após a desastrosa hiperinflação e a abertura da economia para o mundo aprendemos um pouco que TRABALHO e CAPITAL EM GIRO são aliados e não inimigos. E isso é muito significativo num país em que TRABALHO sempre foi vilipendiado. Deixamos um pouquinho de pensar em "ganhar mais em menos" para pensar em "ganhar menos em mais". Essa é a lógica.

Se pensarmos um pouco mais coletivamente, vamos ver o quanto já temos como armas sociais: ganhamos o Código de Defesa do Consumidor em 1990, as práticas das Perdas Contábeis por conta dos Créditos de Liquidação Duvidosa deixou de ser estática e dinamizou-se a partir de 1999/2000, a farra do Poder Executivo é disciplinada pela Lei de Responsabilidade Fiscal de 2001, melhoramos o Código Civil Brasileiro em 2002, a Legislação Societária (antiga Lei das S.A. e Lei de Falências e Concordatas) também foi dinamizada, ganhamos a CGU Controladoria Geral da União que é promissora apesar da, ainda, falta de autonomia diretiva. O Mercado de Capitais, os Fundos de Aposentadoria e Pensão, a Poupança popular (a chamada Poupança Rural) estão em expansão. Em paralelo espera-se que os ativos financeiros lastreados pelo endividamento irresponsável dos governos sejam reduzidos drasticamente no longínquo prazo. Isso tudo denota uma tendência de fortalecimento da Poupança Interna que é o anteparo do equilíbrio social em qualquer economia moderna. Já não é tão proibido falar em lucro e contenção de gastos. Temos o direito de avaliar o Estado e outras organizações e estamos desenvolvendo consciência para avaliar melhor nossas próprias finanças.

No plano conjuntural penso que estamos à frente do plano das famílias. O mais importante, contudo, não é a velocidade das mudanças e sim a efetividade delas. A performance da nossa caminhada será ditada pela Consciência Cidadã, dentro da qual são determinantes o lastro em Educação para o Valorização Trabalho e do Mérito e a Educação Financeira.

O Princípio da Utilidade e o Princípio da Ostentação concorrem o tempo todo para pautar as nossas atitudes. Ora tendemos para o ÚTIL ora tangenciamos ao OSTENSIVO. Esse dilema não é circunscrito ao âmbito das empresas. Boa parte da classe média brasileira "investe" toda a riqueza nos sonhos da mansão e do carro (para ostentar) e levam os apelos do seu Déficit Orçamentário para as instituições onde trabalham, especialmente, as do setor público.

Seja como administrador na família seja como gestor nas organizações públicas ou privadas, observar o antagonismo desses princípios e utilizar os RECURSOS DISPONÍVEIS com a MÁXIMA UTILIDADE é fazer com que o POTENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO seja suplantado pela REALIDADE DO DESENVOLVIMENTO com prosperidade e justiça social como a nação necessita e merece.

Fonte: www.artigonal.com

leia mais...

O TEMPO E A VIDA

O tempo é o mais democrático dos recursos. Pouco importa sua idade, escolaridade ou condição sócio-econômica. Todos nós dispomos de 24 horas diárias e a forma como as utilizamos justifica nossos resultados e nos diferencia. Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar.

Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida. Diante disso, proponho que você redija uma Constituição Pessoal, ou seja, uma espécie de carta identitária capaz de nortear seu caminho. Para tanto, identifique os valores que governam sua vida. Pode ser desde amor e generosidade, até sucesso e riqueza material. O universo de valores é amplo e solicita um consciencioso exercício de reflexão. Em seguida, coloque-os em ordem de prioridade. É o momento de se fazer escolhas e descobrir o que é mais relevante em seu julgamento. Depois, você deverá unir razão e emoção, cabeça e coração, escrevendo um pequeno parágrafo para cada um destes valores. Por fim, leia esta sua pequena lista com freqüência e tome suas decisões com base nela.

Peter Drucker, em seu livro, The Effective Executive in Action, sentencia que gerenciar o tempo é a base da eficácia. E o guru desafia você a responder a algumas questões:

1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
3. O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Suas respostas, com olhos atentos na Constituição Pessoal, com certeza lhe sinalizarão a necessidade de delegar atividades, de retomar o foco em suas metas pessoais ou de corrigir rotas.

Um dos instrumentos mais difundidos em termos de gestão do tempo é a chamada matriz desenvolvida por Covey que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância. O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. Trata-se de reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível. O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, ou seja, recorrentemente adiadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento. No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas com rapidez, pois não contribuem com suas metas. Finalmente, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego a detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui nada se produz.

E então, como você tem distribuído suas tarefas?

Fonte: www.tomcoelho.com.br e daianifurtado.blogspot.com

leia mais...

EMPRESAS E SERVIÇOS

À medida que as maiores economias do mundo foram amadurecendo, as empresas tornaram-se predominantemente focadas em serviços. Ainda assim, a maior parte das ferramentas e técnicas de management que os gestores dessa indústria utilizam foi criada para lidar com os desafios das empresas que fornecem produtos. Seriam tais ferramentas adequadas para o cliente de serviços?

Novas ferramentas são necessárias. Quando um segmento lança um produto no mercado, independentemente de ele ser uma commodity ou um produto tecnológico de ponta, a empresa precisa fazer o produto “acontecer” e também alocar uma força de trabalho capaz de produzi-lo por um preço atrativo.

Quantidades imensas de pesquisas acadêmicas e de mercado já foram realizadas para resolver tais desafios. Mas, no que se refere à prestação de serviços, algo mais precisa ser feito: o management dos clientes, que não são apenas simples clientes do serviço, mas também essenciais para sua produção. E porque o envolvimento dos clientes na produção pode causar muitos impactos nos custos, as empresas de serviços precisam também desenvolver formas criativas de bancar suas vantagens competitivas.

Quaisquer destes quatro elementos podem levar o negócio à ruína:

- o mecanismo de oferta do serviço;
- o suporte financeiro do serviço;
- o sistema de gerenciamento do funcionário;
- o sistema de gerenciamento do cliente.

Isso é amplamente demonstrado por análises de empresas de serviços que enfrentaram grandes batalhas para sobreviver ao longo da última década. O que é claro, no entanto, é que não há o jeito certo de combinar tais elementos. A formatação apropriada de qualquer um deles depende necessariamente dos outros três. Quando olhamos para uma empresa de serviços que prosperou, como a Wal-Mart, percebemos que é a integração eficiente dos elementos que se destaca, em vez da eficiência isolada de cada um.

À proporção que as empresas de serviços inovam, são bem-sucedidas e são estudadas, as respostas para questionamentos dessa natureza vão se tornando mais claras. O que fica sugerido aqui é que muito do que determina a saúde de um produto - como ele é oferecido e como os colaboradores são gerenciados - é tão indispensável para a indústria de serviços quanto os papéis que os clientes desempenham nela, esses sim, diferentes.

Fonte: www.hsm.com.br

leia mais...

GESTÃO DO DINHEIRO

Degustar um bom vinho e escolher uma roupa de grife já são hábitos incorporados à rotina de muitos brasileiros. Aliás, comprar, gastar, consumir parecem não ter qualquer mistério para a maioria. Mas, quando o assunto é controlar e administrar com inteligência as próprias finanças, a situação muda completamente. Muita gente erra. E não é difícil entender por que isso acontece.

Decisões relacionadas a dinheiro geralmente são complexas e envolvem o lado emocional das pessoas. Um grande passo mal dado ou uma sucessão de equívocos menores pode colocar tudo a perder. Seja nas bolsas de valores, no mercado imobiliário ou no supermercado, nós sempre cometemos erros financeiros que nos causam enormes perdas.

Os enganos podem começar pelas pequenas economias que deixam de ser feitas no dia-a-dia, passar pela falta de informação na hora de aplicar o dinheiro que sobra e chegar às grandes decisões, como a compra de um imóvel ou a abertura de um negócio próprio. Mesmo o investimento em imóveis, tido como um negócio incondicionalmente lucrativo, pode não trazer o retorno esperado.

Endividar-se além das possibilidades também está entre os maiores pecados financeiros que se podem cometer. Você certamente deve conhecer alguém que tem um bom carro, uma casa confortável, freqüenta os melhores restaurantes, mas vive atolado em dívidas. Pessoas assim não poupam um centavo sequer porque querem manter o status. Pagam altos juros no cartão de crédito e no cheque especial e nem se dão conta de quanto isso é prejudicial para o seu bolso. Outro engano comum é pensar mais no curto prazo do que em planejamentos mais longos.

Muita gente ainda pensa como nos tempos de inflação alta, em que o importante era a sobrevivência imediata, e acaba por tomar decisões erradas. Não há problema em cometer erros, isso acontece até com os especialistas, mas você realmente terá dificuldades se não aprender com eles ou se continuar a cometer os mesmos erros um dia depois do outro. Melhor ainda do que aprender com os próprios erros, é poder antecipar-se e conhecer os erros dos outros para não repeti-los.

Por isso, listamos os nove principais erros cometidos na gestão do patrimônio:

INVESTIR NAQUILO QUE NÃO CONHECE
É provável que você já tenha ouvido falar de alguém que perdeu grandes quantias num negócio próprio que não deu certo ou num investimento exótico oferecido por um vendedor mal-intencionado. Pode ser que você mesmo já tenha passado por uma situação semelhante e, no final, vociferado contra o gerente do banco ou qualquer outra pessoa que o tenha estimulado a tomar aquela decisão. Infelizmente, nessas ocasiões, encontrar culpados não costuma ser recomendável para a sua saúde física e mental nem alivia o tamanho da sua perda. O erro maior, segundo os especialistas, não está em ouvir a opinião de fulano ou beltrano, mas em deixar de conferir se o que se diz tem real fundamento antes de entrar numa barca furada. Se você não for capaz de compreender em que está investindo, não o faça. Antes de tomar uma decisão, é aconselhável informar-se, primeiro, sobre as características do negócio ou da aplicação nos quais você está interessado. Mergulhar em algo novo sem conhecer as suas especificidades pode ser um convite ao fracasso. Em tempo: não se esqueça de que o olho do dono engorda a boiada. Quem deixa a cargo de um conhecido ou de um profissional as decisões de sua empresa ou de todos seus investimentos pode abrir uma brecha para surpresas indesejáveis. Mesmo que você acredite que um expert possa trazer melhores resultados na gestão de seu patrimônio, você será sempre a melhor pessoa para administrar o seu dinheiro.

CONCENTRAR SEUS INVESTIMENTOS EM IMÓVEIS
A concentração de quase todo o patrimônio em imóveis é um dos principais erros cometidos pelos investidores brasileiros. Nem poderia ser diferente. Nossos avós costumavam dizer que um bem de raiz, como o imóvel, é o melhor investimento do mundo. E, realmente, durante a era da superinflação, ter um imóvel era uma forma eficiente e segura de proteger o dinheiro contra a desvalorização da moeda e as bruxarias heterodoxas geradas pelos economistas do governo. Uma família típica brasileira chega a ter 90% do patrimônio em imóveis, segundo consultores de finanças pessoais. O ideal, no entanto, de acordo com os especialistas, seria imobilizar de 35% a, no máximo, 60% do patrimônio, contando com a sua própria casa. A compra de imóveis nem sempre compensa. É claro que, do ponto de vista do investimento, tudo depende do tipo de imóvel do qual se está falando, da região, do bairro e até do trecho da rua em que ele se localiza. Num mercado tão diversificado, existem alguns inconvenientes comuns à concentração do patrimônio em imóveis. Talvez a principal desvantagem seja a falta de liquidez. Você coloca o imóvel à venda, mas entra mês, sai mês e o negócio simplesmente não acontece. Se estiver precisando do dinheiro com urgência, você, provavelmente, terá de baixar o preço. Conseguir o valor que você acredita ser justo leva tempo, às vezes, anos. E, no final, é possível que você se dê conta de que aquele imóvel ao qual se afeiçoou tanto pode não valer a quantia imaginada. Uma vez realizado o sonho da casa própria, comprar outro imóvel nem sempre está entre as melhores opções de investimento.

NÃO TER UMA RESERVA PARA EMERGÊNCIAS
Você gasta tudo o que ganha mensalmente e não tem uma reserva, por menor que seja, no banco? Se a resposta for positiva, cuidado! Você pode estar no fio da navalha. O que você faria se precisasse de um dinheiro extra para cobrir acidentes de percurso: uma doença, um falecimento na família, uma demissão ou um período de entressafra no seu negócio? Provavelmente, ficaria na mão ou teria de recorrer a parentes ou amigos. Ou pediria um empréstimo no banco a juros estratosféricos. Portanto, se você faz parte do time dos sem-reserva, talvez seja conveniente começar a formá-la. Em princípio, essa poupança deve ser feita para não ser usada. Mas, se for preciso, ela estará lá. Segundo os especialistas, essa reserva não deve ser misturada com a sua poupança de longo prazo. Deve ficar numa conta à parte. Como ela pode ser necessária quando você menos espera, é recomendável que esteja investida em aplicações de alta liquidez, ou seja, que permitam resgate a qualquer hora, como a velha caderneta de poupança ou um fundo de renda fixa. O objetivo aqui não é conseguir a melhor rentabilidade do mercado. Apenas preservar o valor do dinheiro. Para a pessoa física, manter uma reserva para emergências é uma obrigação, assim como uma empresa não pode viver sem capital de giro.

PERDER O CONTROLE DAS DÍVIDAS
Ficar no vermelho por causa de uma emergência ou de um descuido eventual não é demérito para ninguém. O crédito bancário existe exatamente para isso. Mas pagar juros no cartão de crédito ou no cheque especial com freqüência é, obviamente, um erro drástico. Seja simplesmente pelo fato de se gastar mais do que se ganha, seja por não querer sacar o dinheiro aplicado no banco. Não há investimento que compense os juros exorbitantes do cheque especial e do cartão de crédito, os maiores do mercado, hoje na faixa de 9% ao mês. A essas taxas, uma dívida dobra de valor em apenas oito meses. Muita gente incorpora o limite de crédito dado por bancos e administradoras de cartões como parte da renda familiar. Às vezes, ao juntar todas essas facilidades, a capacidade de compra pode até dobrar. O cliente fica com a sensação equivocada de poder consumir mais, sem se dar conta de que, na prática, ao usar boa parte de sua renda para o pagamento de juros, estará diminuindo o seu padrão de vida.

DAR IMPORTÂNCIA ÀS GRANDES DECISÕES E MENOSPREZAR AS PEQUENAS
Quase todo mundo costuma se preocupar com os grandes gastos, como a compra de um carro ou de um imóvel, mas acaba se esquecendo das pequenas despesas do dia-a-dia. Como as compras, em geral, são semanais ou mensais, cada ida ao supermercado oferece uma infinidade de possibilidades de economizar preciosos trocados. Quem conseguir economizar 10 reais uma vez por semana a cada ida ao supermercado terá acumulado no final de um ano 540 reais, o suficiente para passar, no mínimo, dois fins de semana com a família na praia. O mesmo princípio vale para as idas ao restaurante, à padaria, a consultas médicas e a outras atividades corriqueiras. O importante não é poupar muito, mas poupar sempre. É claro que ninguém vai quebrar porque paga uma tarifa de 20 reais por um pacote de serviços de um banco, enquanto poderia estar gastando apenas 5 reais em outra instituição. Mas, ao longo de um ano, esses 15 reais de diferença se transformarão em 180 reais. E se você somar os 180 reais que poderiam ser economizados em tarifas bancárias com os 540 reais do supermercado, já seriam 720 reais num ano. Isso para ficar em apenas dois exemplos banais. A compulsão pelas compras com cheque pré-datado, essa instituição nacional que se popularizou na era da superinflação, é mais uma armadilha que consome valiosos reais que poderiam estar reforçando sua poupança. Muita gente pensa que um desconto de 5% nas compras à vista é desprezível. Mas é preciso levar em conta que, num cenário de economia relativamente estável como o atual, representa muito. A maioria das aplicações financeiras hoje em dia não rende nem 1% ao mês. O mesmo vale para os pagamentos em três, quatro, cinco ou até dez vezes "sem juros" oferecidos por muitas lojas. O dinheiro, como qualquer outra mercadoria, tem um custo, e nenhum comerciante, absolutamente nenhum, vai cobri-lo para você de graça. Na verdade, o que costuma acontecer nesses casos é que o lojista, que deveria viver da venda de suas mercadorias, acaba atuando como se fosse um banqueiro. Com a diferença de que você acha que ele está sendo "bonzinho".

NÃO SEGUIR OS OBJETIVOS FINANCEIROS QUE VOCÊ MESMO DEFINIU
Você decide economizar para comprar um apartamento. No meio do caminho, não resiste a uma promoção tentadora e desvia aquele suado dinheiro para a compra de um carro. Resultado: tem de recomeçar do zero a poupança para o apartamento. E sejamos sinceros: se a cada novo impulso consumista você deixar de lado o apartamento, dificilmente vai conseguir comprá-lo. O mesmo raciocínio vale para a simples compra de um computador, a tão sonhada temporada no exterior ou aquela renda complementar para aproveitar tranqüilamente a aposentadoria. Por falta de disciplina, muita gente não estabelece prioridades em seus objetivos e acaba desviando seu foco de atenção daquilo que realmente importa. A maioria das pessoas não traça planos nem controla seus hábitos de consumo. Simplesmente sai gastando sem se planejar, endivida-se além da conta e depois reclama que não ganha o suficiente. A culpa, como sempre, sobra para o patrão. De acordo com os consultores, a palavra-chave para se ater às suas prioridades é disciplina. Sem ela, fica difícil conseguir realizar qualquer um de seus sonhos. E disciplina significa, quase sempre, poupar, fazer uma reserva para alcançar seus objetivos, separar uma parte da sua renda mensal, de 10% a 20%, para aplicar e esquecer que esse dinheiro existe. O hábito de poupar independe da sua renda. É muito mais uma questão de atitude, que pode ser incorporada ao cotidiano de qualquer um. Tem gente que ganha pouco e consegue guardar seu rico dinheirinho. Outras pessoas, que recebem verdadeiras fortunas, gastam absolutamente tudo. Isso quando não entram no cheque especial. Um dos grandes erros do brasileiro é investir apenas o que sobra no final do mês e não ter disciplina de guardar um pouco de seu dinheiro com regularidade.

USAR MAIS A EMOÇÃO DO QUE A RAZÃO NA HORA DE INVESTIR
Eis aqui outro erro clássico do brasileiro. É difícil, mas é fundamental deixar a emoção de lado na hora de aplicar seu dinheiro. Em geral, por medo ou desconhecimento, as pessoas agem precipitadamente e acabam perdendo dinheiro por isso. Para se sentir livre em relação ao dinheiro, é essencial perder o medo que se tem dele. O mercado acionário costuma ser um dos melhores testes para avaliar o lado emocional dos investidores. O sobe-e-desce faz parte da dinâmica das bolsas, sujeitas a turbulências provocadas pela variação de resultado das empresas e pelas expectativas de investidores em relação ao desempenho econômico do Brasil e de outros países. Quem investe em ações sabe que bolsa não é o lugar apropriado para cardíacos. Mesmo assim, é comum encontrar investidores que se desesperam nos piores momentos do mercado. Agem de forma emocional e tiram o dinheiro justamente quando a ação chega ao seu nível mais baixo, teoricamente o melhor momento para comprar. Se agissem racionalmente, provavelmente manteriam seus investimentos até que passasse o pânico e o cenário clareasse. As reações emocionais causadas pela perda são enormes e muitos investidores comuns não conseguem suportá-las. Pular de galho em galho na tentativa de sempre acertar o melhor alvo também é uma atitude emocional. A probabilidade de ser bem-sucedido é mínima; nem os experts costumam conseguir essa proeza. O investidor assíduo, que aplica sempre, com consciência e sob o império da razão, tem mais chance de se dar bem do que aquele que está sempre em busca do melhor momento para entrar e sair do mercado. Obviamente, ser racional não significa ser omisso. Quem fica parado é poste. Mas muita gente acaba por avaliar seus investimentos pelo que eles eram quando foram feitos, e não pelo que valem hoje ou pelo seu potencial futuro de valorização. E isso vale para tudo, não apenas para o mercado financeiro.

NÃO CORRER RISCOS
Desde pequeno, todo mundo aprendeu a evitar riscos. "Cuidado com o escorregador, não brinque perto do carro", diziam e dizem as mamães. A lição começou em casa, continuou na escola e entrou na vida das pessoas - a insegurança, o medo de trocar o certo pelo duvidoso, ainda é muito forte para a maioria, principalmente na carreira e nos assuntos relacionados a dinheiro. Não é raro encontrar quem se acomode numa posição na qual o salário não parece bom e o trabalho não satisfaz. Afinal, para que arriscar? É difícil evoluir profissionalmente sem correr riscos. Na carreira, assim como nos investimentos, as grandes oportunidades embutem risco, por isso as recompensas são maiores. Com as aplicações financeiras não é diferente. A maioria não suporta a idéia de investir suas economias e não tê-las de volta integralmente. Uma máxima do mercado financeiro, no entanto, diz justamente que, quanto maior for o risco de uma aplicação, maior a possibilidade de ganho. Essencialmente, toda decisão que nós tomamos é um risco, de uma forma ou de outra. É importante aprender a gerenciar o risco, em vez de evitá-lo. No dia-a-dia, já fazemos isso sem nos dar conta. Quando deixamos de ir a um caixa eletrônico à noite, num lugar escuro, por exemplo, estamos minimizando o risco de ser assaltados. Se não fizermos esportes radicais, também teremos menor probabilidade de morrer ou de nos acidentar. Que tal aplicar esse princípio para fazer a gestão de risco de seus investimentos? Ao diversificar as suas aplicações, por exemplo, você poderá diminuir o risco de ver o seu patrimônio minguar. A idéia do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido.

NÃO LEVAR EM CONTA A INFLAÇÃO, POR MENOR QUE ELA SEJA
Quando se fala em investimento, um dos maiores erros que se podem cometer é desprezar a inflação, independentemente de ela ser alta ou baixa. A inflação pode anular parte ou todo o ganho que o investidor acredita estar obtendo com uma aplicação financeira. Principalmente quando o que está em pauta é uma poupança de longo prazo, seja para custear a sua aposentadoria, seja para pagar a faculdade das crianças dentro de alguns anos. É certo que, hoje em dia, com a estabilidade trazida pelo Plano Real, implementado em 1994, esse problema já não é tão grave quanto alguns anos atrás. Afinal, desde então, o salário deixou de ser corroído diariamente pela inflação e as pessoas puderam organizar seus gastos. Muita gente tem conseguido até se planejar para realizar objetivos futuros. Mas nem por isso a inflação deve ser desprezada por qualquer investidor digno do nome. A tendência é que a inflação continue sob controle. Ao menos é o que se espera. Mas a recente desvalorização cambial mostra que nem tudo pode ser previsto. Para se garantir, é importante, sempre, levar em conta o rendimento real, ou seja, descontado da inflação, de seus investimentos. Muitas vezes, ao descontar os impostos e a inflação, os ganhos que você julgava extraordinários são mínimos e, em alguns casos, até inexistentes. Isso significa que, em termos reais, o investidor está perdendo dinheiro ou diminuindo o seu patrimônio. A única maneira realmente efetiva para resguardar o valor das aplicações é obter um rendimento maior do que a taxa inflacionária do período em que você está aplicando seu capital.

Fonte: www.guiadeinvestimento.com.br

leia mais...

ADMINISTRAÇÃO DO DINHEIRO

Histórias de casais que não conseguem conversar sobre dinheiro e muito menos administrar a renda familiar em parceria tornaram-se comuns desde que a mulher começou a despontar no mercado de trabalho. As mulheres têm agora mais reconhecimento financeiro, mais poder, e isso pode ser um pontapé no ego de muitos homens.

Para entender como esse trinômio casamento-carreira-dinheiro está sendo administrado pelos profissionais brasileiros, foram entrevistados 150 profissionais na capital paulista, das classes A e B, que são casados ou moram juntos. Dentre as mulheres, 37% dizem ganhar mais do que os maridos, mas só 13% deles admitem (ou sabem) isso! Quatro em cada dez casais dividem igualmente as despesas da casa.

A pesquisa confirma o conflito: 38% das pessoas já assumem que brigam em casa por causa de dinheiro. Falta de dinheiro e despesas excessivas do cônjuge são as razões mais apontadas. Os homens dizem que discutem porque a esposa gasta demais. E as mulheres tendem a discordar da decisão deles sobre onde aplicar o dinheiro. O fato é que essa transferência de responsabilidades não leva a nada. Acontece que muita gente ainda continua escorregando nos erros clássicos: falta de comunicação e de objetivos em comum, descontrole do orçamento, excesso de dívidas e nenhum plano para emergências.

É preciso ter disciplina e disposição para manter as contas do casal sob controle e, claro, seguir algumas recomendações básicas como estas:

PERGUNTE QUANTO ELE GANHA: Um terço das mulheres declara que seu companheiro não sabe quanto é sua renda. No caso dos homens, 21% mantêm em segredo o valor do salário. Os escritórios de advocacia já detectaram um outro fenômeno: altos executivos escondem o valor do bônus e a existência de contas no exterior. Tudo isso para evitar que o dinheiro entre na partilha em caso de divórcio. Em resumo: falta a confiança para que exista o diálogo. Segundo os sociólogos americanos Philip Blumstein e Pepper Schwartz, os casais, em geral, se sentem mais confortáveis em conversar sobre detalhes da vida sexual pregressa do que dividir sua intimidade financeira. Nessas horas, as pessoas tendem a ser emocionais e reativas, menos estratégicas e desconsideram a personalidade financeira do outro. Um conjunto de fatores determinará o estilo de cada um ao lidar com dinheiro. As pessoas são, em certa medida, resultado do seu passado, da educação que receberam dos pais, dos valores que aprenderam em casa e da vida que tiveram. O dinheiro pode representar liberdade, segurança, poder e amor. O fator determinante da sua personalidade financeira é aquele que o faz acordar toda manhã e batalhar por seu salário. Essa informação deve ser usada na hora de sentar e conversar abertamente sobre a situação financeira, os sonhos e as frustrações do casal.

NÃO SONHE SOZINHO: A primeira conseqüência da falta de comunicação é a inexistência de um objetivo comum, de uma prioridade do casal. É quando ela sonha com a casa própria e ele quer o carro zero. Se cada um sonhar sozinho, o casamento e as finanças ficam no prejuízo. Há especialistas que defendem que um plano financeiro, com direito a metas numéricas, pode ser um excelente remédio para casais em crise. A importância de compartilhar um objetivo não vale apenas para quem tem uma certa folga financeira. Vale também para quem está no vermelho.

DIVIDA AS TAREFAS: Determinada a meta do casal, é hora de pôr a mão na massa, organizar o dinheiro que entra, estabelecer a divisão das despesas e optar ou não pela conta conjunta. Não há uma fórmula perfeita para dividir a gestão das finanças. Cabe ao casal buscar um caminho que seja satisfatório para os dois. A regra no país ainda é a de que o homem paga as contas mais pesadas e a mulher, as menores. Somente 22% dos casais mantêm conta bancária conjunta. Na maioria dos casos (51%), o homem arca com as contas de aluguel, escola dos filhos, enquanto a mulher fica com contas de gás, luz, água e telefone. Os especialistas recomendam que cada parceiro reserve um pedaço de sua renda para os gastos individuais. É aquele dinheirinho para bancar a manicure, os presentinhos, o equipamento de mergulho, entre outros. Além de preservar a privacidade de ambos, essa estratégia evita brigas. E mais, se um dos dois não estiver trabalhando, é preciso estipular uma mesada, de comum acordo, que sairá do salário de quem está na ativa. Isso é recomendado se quem estiver sem trabalho assumiu responsabilidades de cuidar da casa e dos filhos.

NÃO AFUNDE SEU CASAMENTO EM DÍVIDAS: 37% dos casais estão endividados. E a explicação não é novidade, na grande maioria dos casos, as dívidas são resultado da falta de controle do orçamento. Os especialistas dizem que há pelo menos duas verdades no mundo da psicologia das finanças. A primeira é que não existe a hora mais adequada para economizar. As pessoas sempre vão encontrar algo mais atraente para fazer com o dinheiro do que simplesmente deixá-lo numa conta no banco. Por isso, é preciso esforço, disciplina e objetividade nessa hora. A segunda mostra que as despesas tendem a crescer conforme aumenta o contra-cheque. Quanto maior é o salário, mais despesas as pessoas assumem. O psicólogo e matemático Daniel Kahneman levou o Prêmio Nobel de Economia em 2002 ao provar que não somos racionais na hora de tomar decisões sobre como gastar nosso dinheiro. Tendemos a ser emocionais. Portanto, todo cuidado é pouco. Administre seu orçamento sempre levando em conta as metas e os sonhos já traçados. Fuja de dívidas!

MULTIPLIQUE SEU DINHEIRO: Administrar o orçamento é também cuidar dos investimentos, fazer o dinheiro crescer. O investimento determina como será administrado o orçamento do ano: os cortes nas despesas e a inclusão de outros gastos. Se esse não é o seu caso, busque ajuda. Pode ser um especialista, um gerente de banco de sua confiança ou mesmo um livro. Monte um plano considerando o perfil de investimento do casal. Diversifique os produtos. Se você não tem intimidade com o mercado financeiro, fuja dos mais arriscados, como ações e derivativos. Mantenha-se informado sobre a economia e o rumo do país.

Depois de tanto empenho, é preciso comemorar as vitórias. Abra uma garrafa de champanhe, vá jantar fora, saia para uma noite especial. As recompensas não são apenas uma boa idéia, elas são indispensáveis. Além da diversão, elas ajudam a reforçar a mudança de comportamento. Afinal, a organização das finanças não é um fim em si mesma. Ela só tem sentido se permitir que o casal ultrapasse os pequenos problemas do cotidiano para conquistar uma vida a dois feliz, realizada e mais rica.

Fonte: vocesa.abril.uol.com.br

leia mais...
Grab this Widget ~ Blogger Accessories