Cupom de Desconto

Mostrando postagens com marcador patrimônio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador patrimônio. Mostrar todas as postagens

VOLATILIDADE DA RENDA FIXA

Imagine que você e mais dois amigos decidiram comprar uma casa pelo valor de R$ 450 mil, onde cada um contribuiu com R$ 150 mil. Três anos mais tarde, o valor da casa caiu para R$ 300 mil. Digamos, então, que um dos sócios queira sair da sociedade. Nesse momento, não se toma como base o valor da compra e sim o valor que a casa vale no mercado. Assim, sua cota valerá R$ 100 mil. Em sentido oposto, numa eventual valorização do imóvel para R$ 600 mil, a cota individual passaria a ser de R$ 200 mil, e não mais de R$ 150 mil.

Nos fundos de investimento ocorre o mesmo, só que os ativos são títulos e valores mobiliários contabilizados diariamente pelo preço que valem no mercado, o que explica a possibilidade de oscilações positivas ou negativas das cotas. A precificação destes ativos no patrimônio do fundo é determinada por um procedimento conhecido como "marcação a mercado", que nada mais é do que contabilizar o ativo pelo seu preço real, ou seja, valor pelo qual ele seria vendido no mercado em determinado momento, assim como no exemplo da casa.

Essa medida, determinada pelo Banco Central e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), visa dar maior transparência aos investidores, uma vez que reflete corretamente as variações dos ativos, das cotas e do patrimônio líquido do fundo de acordo com o mercado.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

leia mais...

QUAL SEU PERFIL DE INVESTIDOR

"Quanto maior o retorno, maior o risco." Não é por acaso que essa é a regra número 1 no mundo das finanças. No entanto, em um ambiente de juros elevados, mesmo aplicações consideradas de baixo risco, como os fundos DI, podem gerar retornos atrativos para os investidores. Por isso, é cada vez mais importante para o investidor entender qual é o seu perfil de risco.

Se o seu objetivo é apenas preservar o patrimônio conquistado, evitando riscos, você pode ser classificado como um investidor "conservador". Se visa fazer crescer o investimento, aceitando riscos maiores, será classificado como "arrojado". Ou, ainda, um meio-termo entre esses dois extremos: o perfil "moderado". É importante destacar que esse perfil não guarda relação direta com a sua personalidade ou com a sua idade, mas sim com o que você pretende fazer com o seu investimento. Por exemplo: é preciso levar em conta se você vai necessitar desses recursos no curto prazo ou se está disposto a aceitar variações negativas de rentabilidade nos momentos de maior volatilidade.

Um investidor que hoje se encaixa no perfil "arrojado" pode perfeitamente, em razão de mudanças na sua vida, passar para o perfil "conservador". O importante é que você se sinta confortável com o seu investimento.

CONSERVADOR

Busca segurança acima de tudo. Geralmente, são pessoas com vários dependentes, pouca experiência em mercado financeiro, não toleram perdas e o principal objetivo do investimento é a preservação do patrimônio. Os produtos com maior participação na carteira de investimentos desse perfil são: CDB, fundos DI e renda fixa.

MODERADO

Visa melhores retornos para seus investimentos, mas com moderação. Normalmente, aplica a maior parte em DI e renda fixa e o restante em produtos de média volatilidade, como fundos multimercado. Geralmente, são pessoas com algum conhecimento em mercado financeiro, poucos dependentes e cujos investimentos não serão utilizados em despesas diárias. Os produtos mais indicados para esse perfil são: fundos de renda fixa, multimercado e um pouco em ações ou fundo de ações.

ARROJADO

Aceita correr maiores riscos na busca de melhor rentabilidade. Aloca boa parte dos seus recursos em produtos de maior volatilidade, como ações e fundos de ações. Geralmente, são pessoas que conhecem muito bem o mercado financeiro, têm poucos dependentes, ou nenhum, e investimentos que serão utilizados no longo prazo. Os produtos mais indicados para esse perfil são os fundos multimercado, fundos de ações e ações.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

leia mais...

NECESSIDADES DE UMA EMPRESA

Para que uma empresa independente do porte e segmento colha bons frutos é necessário que faça planejamentos e análises financeiras, no qual é necessário entender os lucros, compreender os resultados da empresa, como aplicá-los da melhor forma.

Para fazer uma análise financeira satisfatória é preciso executar quatro itens importantes:

1) Verificar se todos os registros estão sendo bem controlados;
2) Fazer levantamento de contas a pagar e contas a receber;
3) Levantar todos os custos da empresa;
4) Fazer previsões de um período de 12 meses.

Se o gestor executar estes passos e utilizar o tripé da análise financeiro que é composto pelo caixa, lucro e patrimônio, pode-se avaliar o aspecto financeiro da organização como um todo, ou seja, as receitas (entradas) e despesas e custos (saídas), investimento, lucro/prejuízo, acúmulo de patrimônio. Assim, em conseqüência, poderá ver todo o caminho que o dinheiro percorre dentro da empresa e principalmente identificar os porquês desses caminhos, sendo possível também identificar onde o dinheiro vem, para onde ele vai, tendo assim a possibilidade de planejar a definição de estratégias para a organização e importante frisar agindo com toda segurança.

Alguns instrumentos necessários para fazer uma análise financeira com as devidas bases:

1) Fluxo de Caixa;
2) Movimento Diário;
3) Controle Bancário;
4) Acompanhamento de Estoques.

Logo, planejamento financeiro, controla as principais receitas, custos e despesas tendo como objetivo promover o crescimento e construir a solidez da organização.

Quando se faz uma análise financeira, possibilita ao gestor uma idéia clara do futuro da empresa, e assim criar estratégias para que os resultados sejam os melhores. É possível também controlar as receitas, custos e despesas, permitindo planejar os investimentos que a organização está executando no momento ou que irão executar.

Ressaltando os tópicos do tripé da estrutura financeira:

CAIXA: entende-se os controles financeiros básicos;
LUCRO: apuração do resultado, relação entre receitas e custos mais despesas;
PATRIMÔNIO: são os bens da empresa, relação entre enriquecimento e empobrecimento, o capital de giro e as tendências de crescimento.

E por fim, o planejamento bem elaborado com os dados reais, é um valioso instrumento auxiliador da tomada de decisão.

Fonte: daianifurtado.blogspot.com

leia mais...
Grab this Widget ~ Blogger Accessories