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O LUCRO DAS EMPRESAS

Uma boa forma de participar diretamente dos lucros das empresas é investir nas chamadas carteiras de dividendos, compostas basicamente por papéis de empresas que possuem boas políticas de distribuição de seus lucros aos acionistas. Uma boa estratégia para aumentar seus recursos no futuro é reinvestir os dividendos ganhos em novas ações da empresa.

Essa distribuição se dá por meio do pagamento de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio, proporcionais aos resultados da empresa em determinado período. Dessa maneira, o investidor conta com duas oportunidades de retorno: a da valorização das ações em bolsa e a da distribuição dos lucros das empresas.

As carteiras de dividendos tem como estratégia alocar os recursos em empresas boas pagadoras de dividendos, que tenham boa liquidez em bolsa e possuam bom potencial de valorização no futuro. É uma carteira bem diversificada por setores econômicos e é indicada para investidores com horizonte de aplicação para médio e longo prazos.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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IMPOSTO NA PREVIDÊNCIA

Os planos de previdência complementar também podem ser utilizados como importante instrumento de planejamento tributário, uma vez que os aportes podem ser abatidos do imposto de renda. No caso da declaração completa, a melhor alternativa é utilizar um plano PGBL, pois esse tipo de plano permite que o valor dos aportes sejam abatidos até o limite de 12% da renda bruta anual tributável para efeito de cálculo do IR, desde que o cliente também contribua para o regime do INSS ou para o regime próprio dos servidores públicos.

Se você é um profissional liberal e a renda tributável não chega a ser relevante, o plano ideal em termos tributários é o VGBL. Nesse plano, o imposto de renda incide somente sobre o ganho de capital dos recursos aplicados, não sobre o volume total. É a alternativa mais recomendada para quem faz a declaração simplificada do IR.

Há ainda a possibilidade de um mix dos dois perfis de planos no planejamento tributário, recomendado para os casos em que os aportes extrapolem o teto de 12% da declaração completa. Nesse caso, os especialistas recomendam que se adotem duas estratégias de formação de poupança: um PGBL até o valor correspondente ao limite de 12% dedutíveis e um VGBL para o restante.

É também importante saber que os fundos de previdência não pagam imposto durante o período de acumulação dos recursos – processo conhecido no mercado como come cotas, pois o imposto de renda só incidirá no momento do pagamento do benefício. A partir de 2005, uma nova regulamentação permitiu ainda que os fundos de previdência seguissem uma tabela regressiva de desconto do IR. Se o período de acumulação desse benefício for de dez anos ou mais, por exemplo, a alíquota do IR a incidir nos valores será de apenas 10% – um diferencial tributário importante em comparação com outras alternativas de investimento de longo prazo.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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INVESTIMENTOS NA MEDIDA

Escolher a medida certa para os investimentos em um mercado financeiro com tantas alternativas de produtos e ativos não é tarefa fácil. São diferentes riscos envolvidos e, conseqüentemente, diferentes potenciais de retorno. Tudo isso em um cenário econômico que demanda cada vez mais a diversificação das aplicações, não importando em que perfil de investidor você se encaixe.

Uma das premissas mais importantes nesse contexto é a regra de não se colocarem "todos os ovos na mesma cesta". Trata-se de uma solução adequada para minimizar os riscos e potencializar os retornos, mas que leva a outra dúvida: "quantos ovos" devemos colocar em cada uma dessas "cestas"?

Baseado em dados históricos de desempenho e correlação entre as diversas classes de ativos financeiros, o modelo de alocação propõe, de acordo com o perfil do investidor, a distribuição de recursos mais conveniente a partir da combinação ideal entre fatores de risco e retornos pretendidos, tornando a carteira de investimentos mais eficiente.

Quando você possui apenas um tipo de investimento, você está 100% exposto ao risco desse investimento. Por exemplo, se tiver todo o seu capital aplicado em imóveis, você fica totalmente sujeito às flutuações e riscos do mercado imobiliário. Entretanto, se os seus recursos estiverem alocados em uma carteira diversificada, ou seja, com investimentos em renda fixa pré e pós-fixada, fundos multimercado, ações, ouro, imóveis etc., a exposição aos riscos é reduzida, pois qualquer alteração no cenário econômico afeta de forma diferente cada tipo de ativo que compõe a carteira.

A melhor forma de diminuir riscos, portanto, é formar uma carteira. Com a carteira formada, o seu acompanhamento passa a ser sobre o resultado total dessa carteira e não sobre um investimento em particular. Isso é o que chamamos de buscar uma melhor rentabilidade com uma gestão de risco mais eficiente.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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FINANÇAS HOJE E AMANHÃ

Muita gente escreve sobre Finanças na web e, em larga medida, o que vejo é "auto-ajuda", que tem apelo emotivo e o resultado alcançado por essa via é instável. A administração financeira exitosa começa por não se endividar pelos apelos emotivos do marketing Nada é mais real e presente em nossas vidas que finanças pois ela precede o nascimento e remanesce após a morte. Quando um bebê é concebido os pais abrem, mesmo inconscientemente, uma rubrica para os gastos pré-natalícios.

Após a morte, os gastos decorrentes, do fato mais indesejável para o ser humano, são honrados com provisão do falecido ou da família ou de amigos ou do Estado. As lágrimas vertidas, de alegria ou tristeza, não pagam as obrigações financeiras dos extremos da vida (nascer e morrer). Tem uma música antiga de Silvio Brito, se não me falha a memória, que diz "tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer". Finanças. Apenas isso!

Para o êxito em administração financeira apresento os dois Princípios Regentes em qualquer que seja o campo financeiro: pessoal, empresarial e governamental. São eles:

PRINCÍPIO DA OSTENTAÇÃO
Calcado na emoção, estático e individualista por tendência. Opera no curtíssimo prazo. Nele o trabalho é abjeto e, por extensão, é abjeção para o homem. Esse princípio é suporte à Gestão de Recursos Orientada para Imobilizar (GROI) em que, no caso do empresário, este imobiliza em excesso em terrenos, edificações, veículos, máquinas e outros. Quando isso acontece dizemos que a empresa tem Capital Fixo demasia (Capital Morto). O Capital Morto acarreta perdas pelo Custo de Oportunidade que é a receita que poderia ser obtida pela aplicação desse Capital Morto em Ativos Rentáveis. As dívidas são muito bem vindas, mesmo aquelas com efeito desastroso a longo prazo porque a marca desse princípio é o uso dos recursos para a aparência, seja o crédito ou Recursos Humanos ou o que for. Por isso, há pessoas em certas organizações que trabalham feito "burros-de-carga" e não vêem o fruto do seu trabalho. O Capital Humano não tem a devida importância no conjunto e a promoção do indivíduo é dada por critérios pessoais. Não contribui para a auto-sustentabilidade e nem para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento de uma nação.

PRINCÍPIO DA UTILIDADE
Calcado na razão, dinâmico e coletivista por tendência. Opera no longo prazo. Nele o trabalho é digno e, por extensão, dignifica o homem. Esse princípio dá suporte à Gestão de Recursos Orientada para Girar (GROG). A "menina dos olhos" do empreendedor é a Capacidade de Geração de Receitas cujo motor é o Capital em Giro. Aqui o Capital Fixo é muito bem delimitado para que a empresa aproveite ao máximo a disponibilidade de Capital no giro da sua atividade econômica. A imobilização em excesso pode deixar o empresário na dependência de Capitais de Terceiros para Financiar o seu Giro. Se você tem dinheiro e quer investir em um negócio já instalado, procure aqueles com grande potencial para girar e gerar receita. O "bom do negócio" pode não ser tão evidente como por exemplo uma bela carteira de clientes. É necessário ter tino e saber perscrutar. As dívidas são bem vindas quando há "perspectiva de retorno" porque a marca desse princípio é a utilidade dos recursos, o crédito se insere nesse contexto. O Capital Humano é primordial e a promoção do indivíduo é dada pelo mérito técnico-profissional. Contribui para auto-sustentabilidade e para a mobilidade social necessária ao desenvolvimento nacional. As indústrias para comportar sua robusta estrutura, instalações e máquinas, necessitam de grande área em terreno e edificações mas isso não quer dizer que tenham Capital Morto.

No Brasil, até os anos 90, se avaliavam as empresas com base no IMOBILIZADO delas. As empresas eram bem vistas pelos prédios onde funcionavam e pela frota estacionada no pátio. Qual a utilidade desses ATIVOS? Essa não era uma indagação recorrente. O setor público era campeão nesse Pecado Capital. Os bancos públicos, ao contrário dos particulares, quando se instalavam numa cidadezinha ali construíam um palacete imponente que passava a servir como referência para transeuntes e visitantes.

A partir da década de 90, após a desastrosa hiperinflação e a abertura da economia para o mundo aprendemos um pouco que TRABALHO e CAPITAL EM GIRO são aliados e não inimigos. E isso é muito significativo num país em que TRABALHO sempre foi vilipendiado. Deixamos um pouquinho de pensar em "ganhar mais em menos" para pensar em "ganhar menos em mais". Essa é a lógica.

Se pensarmos um pouco mais coletivamente, vamos ver o quanto já temos como armas sociais: ganhamos o Código de Defesa do Consumidor em 1990, as práticas das Perdas Contábeis por conta dos Créditos de Liquidação Duvidosa deixou de ser estática e dinamizou-se a partir de 1999/2000, a farra do Poder Executivo é disciplinada pela Lei de Responsabilidade Fiscal de 2001, melhoramos o Código Civil Brasileiro em 2002, a Legislação Societária (antiga Lei das S.A. e Lei de Falências e Concordatas) também foi dinamizada, ganhamos a CGU Controladoria Geral da União que é promissora apesar da, ainda, falta de autonomia diretiva. O Mercado de Capitais, os Fundos de Aposentadoria e Pensão, a Poupança popular (a chamada Poupança Rural) estão em expansão. Em paralelo espera-se que os ativos financeiros lastreados pelo endividamento irresponsável dos governos sejam reduzidos drasticamente no longínquo prazo. Isso tudo denota uma tendência de fortalecimento da Poupança Interna que é o anteparo do equilíbrio social em qualquer economia moderna. Já não é tão proibido falar em lucro e contenção de gastos. Temos o direito de avaliar o Estado e outras organizações e estamos desenvolvendo consciência para avaliar melhor nossas próprias finanças.

No plano conjuntural penso que estamos à frente do plano das famílias. O mais importante, contudo, não é a velocidade das mudanças e sim a efetividade delas. A performance da nossa caminhada será ditada pela Consciência Cidadã, dentro da qual são determinantes o lastro em Educação para o Valorização Trabalho e do Mérito e a Educação Financeira.

O Princípio da Utilidade e o Princípio da Ostentação concorrem o tempo todo para pautar as nossas atitudes. Ora tendemos para o ÚTIL ora tangenciamos ao OSTENSIVO. Esse dilema não é circunscrito ao âmbito das empresas. Boa parte da classe média brasileira "investe" toda a riqueza nos sonhos da mansão e do carro (para ostentar) e levam os apelos do seu Déficit Orçamentário para as instituições onde trabalham, especialmente, as do setor público.

Seja como administrador na família seja como gestor nas organizações públicas ou privadas, observar o antagonismo desses princípios e utilizar os RECURSOS DISPONÍVEIS com a MÁXIMA UTILIDADE é fazer com que o POTENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO seja suplantado pela REALIDADE DO DESENVOLVIMENTO com prosperidade e justiça social como a nação necessita e merece.

Fonte: www.artigonal.com

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MERCADO DE CAPITAIS

Com a globalização e todas as transformações do mercado, as organizações precisam buscar alternativas para continuar atraente perante a situação, por isso algumas instituições utilizam-se do mercado de capitais, sendo um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabiliza o processo de capitalização. Sendo constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e instituições financeiras.

Os principais títulos negociados representam o capital social das empresas, tangibilizado em suas ações ou ainda empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por debêntures que são conversíveis em ações, bônus de subscrição e outros papéis comerciais. Esta constituição permite a circulação de capital e custeia o desenvolvimento econômico.

No mercado de capitais ainda podem ser negociados os direitos e recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depósitos de ações e outros derivativos autorizados à negociação. Tendo como principal objetivo a canalização de recursos financeiros da sociedade para o comércio.

O mercado de capitais, passa por divisão, mercado de credito e mercado de titulos resumidos logo abaixo:

MERCADO DE CRÉDITO
Os contratos são feitos de forma individualizadas entre as duas partes e as obrigaçãoes resultantes em geral não são transferíveis. Há intermediação financeira, no caso o banco comercial é o intermediador entre o tomador do empréstimo e o proprietário do recurso. Podem ser divididos em curto prazo e longo prazo.

MERCADO DE TÍTULOS
Os contratos são mais genéricos e padronizados de forma que podem ser transferíveis a terceiros, ou seja, tais contratos podem ser negociáveis em mercados secundários, ganhando liquidez. Não há intermediação financeira, o banco apenas promove o encontro entre investidores e tomadores com a cobrança de uma taxa de corretagem. Divide-se em:

• Títulos de Propriedade (ações);
• Títulos de Dívidas (debêntures, commercial papers, bônus-bonds).

MERCADO DE CAPITAIS
À medida que crescem os lucros organizacionais constituem-se as fontes principais do financiamento dos investimentos de um país. Tais investimentos são o motor do crescimento econômico e este, por sua vez, gera aumento de renda, com conseqüente aumento dos lucros e do investimento.

Esse é o esquema da circulação de capital, presente no processo de desenvolvimento econômico. As empresas, à medida que se expandem, carecem de mais e mais recursos, que podem ser obtidos por meio de empréstimos, revestimentos de lucros e com a participação de acionistas.

Mas é pela participação de novos sócios que uma organização ganha condições de obter novos recursos não exigíveis. Com os recursos necessários, as empresas têm condições de investir em novos equipamentos ou no desenvolvimento de pesquisas melhorando seu processo produtivo.

Para operar neste mercado de ações é necessário que o investidor se dirija a uma sociedade corretora membro de uma bolsa de valores, na qual funcionários especializados poderão fornecer os mais diversos esclarecimentos e orientação na seleção do investimento, de acordo com os objetivos definidos pelo aplicador. Se pretender adquirir ações de emissão nova, ou seja, no mercado primário, o investidor deverá procurar um banco, uma corretora ou uma distribuidora de valores mobiliários, que participem do lançamento das ações pretendidas.

O mercado de capitais é dividido em:

• Mercado Primário: refere-se a colocação inicial de um título, é aqui que o emissor obtém os recursos. Para colocação de ações no mercado primário, a empresa contrata os serviços de instituições especializadas, tais como: bancos de investimento, sociedades corretoras e sociedades distribuidoras, é firmado um contrato entre a instituição financeira líder do lançamento de ações e a sociedade anônima, que deseja abrir o capital.

• Mercado Secundário: onde ocorre a negociação contínua dos papéis emitidos no passado. Para operar no mercado secundário, é necessário que o investidor se dirija a uma sociedade corretora membro de uma bolsa de valores. Se pretender adquirir ações de emissão nova, ou seja, no mercado primário, o investidor deverá procurar um banco, uma corretora ou uma distribuidora de valores mobiliários, que participem do lançamento das ações pretendidas.

Fonte: daianifurtado.blogspot.com

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DINHEIRO COM IMÓVEIS

Uma forma bastante interessante de investir em imóveis sem ter todo o capital que seria necessário para fazer isso sozinho é usar a teoria do “dividir para conquistar”. O nome mais formal dessa forma de organização é incorporação imobiliária, que é basicamente, um grupo de investidores por cotas.

Vejamos por exemplo como construir um pequeno prédio de 8 apartamentos de R$140.000 cada um. Vamos imaginar que o custo de construção deste prédio seja de R$800.000 já com o valor do terreno, de forma a termos um lucro total de pouco mais de R$ 300.000 na hora da venda das unidades. São 57% de rendimento no final do empreendimento.

Podemos dividir o investimento em 80 cotas de R$ 10.000, sendo que cada 10 cotas equivalem a um apartamento completo. As pessoas que vão investir nesta incorporação podem comprar quantas cotas quiserem, mas podemos também definir uma quantidade mínima, por exemplo, 2 cotas por pessoa. Neste caso precisaríamos de no máximo 40 investidores.

No final de 24 meses (6 meses de projeto e 18 meses de construção, por exemplo), os apartamentos podem ser vendidos e os investidores partem com seu lucro, provavelmente para iniciar o próximo empreendimento. E assim segue a vida. A coisa toda é bastante simples depois de formarmos um grupo de pessoas focadas em investir seriamente nisto. E pelos valores expostos, dá para notar que podemos fazer isso com um capital inicial relativamente pequeno (no exemplo, apenas R$20.000).

Para quem não tem nem os R$20.000 iniciais, há ainda a possibilidade de fazer o mesmo tipo de investimento substituindo os R$20.000 iniciais por prestações mensais de R$1.000.

Outra coisa que deve ser levada em conta é que como não vamos pagar a construção e materiais todos logo no início, a quantia arrecadada entre os investidores fica investida na conta da incorporação, rendendo juros todo mês e aumentando ainda mais o lucro final.

Resumidamente o que fazemos depois de ter estruturado uma incorporação imobiliária (mesmo que pequena e informal entre poucos amigos) é usar o dinheiro arrecadado não para pagar a construção, mas sim, para comprar cartas de crédito já contempladas que serão usadas para alavancar mais ainda nosso capital. Dessa forma, precisamos juntar bem menos dinheiro de cada um dos participantes da nossa Incorporação.

Não necessariamente precisamos comprar consórcios já contemplados. Existem três alternativas que se enquadram bem nesta oportunidade:

- Podemos comprar cartas contempladas com muitas prestações pagas. Essas cartas possuem um valor de entrada maior, alavancando um pouco menos o nosso capital. Por outro lado, possuem uma característica bastante agradável. Elas praticamente não tem ágio. Como já tiveram muitas prestações pagas, elas não são tão fáceis de serem vendidas rapidamente a não ser que o ágio seja bastante baixo ou até mesmo inexistente. Com essas cartas conseguimos alavancar uns 60% a 65% a mais do que nosso capital inicial.

- Podemos comprar cartas já contempladas com ágio. Semelhante aos consórcios da opção anterior, mas com a diferença de serem cartas contempladas logo no início do grupo. Com essas cartas conseguimos uma grande alavancagem do nosso capital, praticamente 100%. Isso mesmo, dobramos o valor que temos disponível. Mas isso tem um custo, o ágio embutido nas cartas. Temos que estar cientes disso e lembrar de colocar esse valor no cálculo final dos nossos custos. De toda forma, essa é uma alternativa para construirmos mesmo tendo apenas metade do valor necessário.

- A última forma para alavancar nosso capital para a construção de imóvel é através de cartas novas, mas em grupos antigos. Nesses grupos já aconteceram muitas contemplações, efetivamente fazendo com que a quantidade e tamanho dos lances necessários para a contemplação sejam bem menores. Assim, com um lance de aproximadamente 50% do valor do crédito, conseguimos contemplar esses consórcios.

Tudo isso é muito bom, mas depois de construído ainda temos o prédio / casa / condomínio, alienados em nome da administradora do consórcio. No caso exposto, a construção de um prédio de apartamentos, já na fase do projeto resolvemos isso. As unidades individuais (cada apartamento) são descritas separadamente. Então usamos os consórcios para financiar a construção de cada unidade. Isso nos dá uma vantagem extra na hora da venda.

Quando formos vender cada apartamento, como temos as cartas de consórcio garantidas por cada um deles, vendemos o apartamento já “pré-financiado” para o comprador. Ele dará um valor de entrada correspondente ao valor que já investimos e nosso lucro no empreendimento e ficará com o restante das prestações de uma ou mais cartas que estão atreladas àquele apartamento que ele está adquirindo.

Mais uma possibilidade que temos: como investimos apenas pouco mais da metade do dinheiro da construção, o resto tendo sido financiado pelos consórcios, podemos dar ainda mais facilidades ao comprador e ainda ganhar um pouco mais de lucro no final. Podemos financiar a parte do valor que representa nosso lucro (afinal, esse dinheiro não saiu do nosso bolso) e ainda ganhar juros em cima disso.

Fonte: www.moedacorrente.com.br

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