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O LUCRO DAS EMPRESAS

Uma boa forma de participar diretamente dos lucros das empresas é investir nas chamadas carteiras de dividendos, compostas basicamente por papéis de empresas que possuem boas políticas de distribuição de seus lucros aos acionistas. Uma boa estratégia para aumentar seus recursos no futuro é reinvestir os dividendos ganhos em novas ações da empresa.

Essa distribuição se dá por meio do pagamento de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio, proporcionais aos resultados da empresa em determinado período. Dessa maneira, o investidor conta com duas oportunidades de retorno: a da valorização das ações em bolsa e a da distribuição dos lucros das empresas.

As carteiras de dividendos tem como estratégia alocar os recursos em empresas boas pagadoras de dividendos, que tenham boa liquidez em bolsa e possuam bom potencial de valorização no futuro. É uma carteira bem diversificada por setores econômicos e é indicada para investidores com horizonte de aplicação para médio e longo prazos.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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200 ANOS DE BANCO DO BRASIL

Tradição, confiança, segurança, qualidade, transparência e modernidade. Esses são os fundamentos que caracterizam uma instituição que mereça ser reconhecida como referencial no mercado. Ao completar 200 anos de sua fundação, ocorrida em outubro de 1808, o Banco do Brasil se orgulha de ter construído uma história que lhe assegura essa condição.

Ao longo de quase dois séculos, período em que o Brasil passou por profundas transformações políticas, econômicas e sociais, o Banco do Brasil manteve-se sempre uma instituição à altura das aspirações maiores do País e dos brasileiros, honrando sua condição de maior empresa financeira do Brasil e uma das mais importantes no cenário internacional.

Resultado da confiança que sempre lhe depositaram seus clientes – atualmente mais de 25 milhões – e da dedicação dos seus colaboradores, o BB manteve ao longo da sua história uma posição de vanguarda e liderança no mercado financeiro. Foi o primeiro banco brasileiro a ingressar na Bolsa de Valores, a lançar cartão de múltiplas funções, a implantar o serviço de mobile banking e a se comprometer com uma agenda socioambiental. Hoje é líder em ativos, depósitos totais, câmbio, exportação, carteira de crédito, correntistas e rede própria de atendimento, entre tantas outras conquistas.

Agora, é chegado o momento de comemorar os êxitos acumulados ao longo desse tempo. É hora de compartilhar as conquistas com todos os brasileiros que ajudaram a escrever esta história de sucesso, celebrando esse marco com públicos de relacionamento e reforçando os vínculos com os clientes, funcionários e com a sociedade, definindo os objetivos estratégicos e ações que irão contribuir para a continuidade dessa trajetória, que une tradição, ação e construção do futuro.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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POLÍTICAS ECONÔMICAS

Entendem-se como Políticas Econômicas, as ações tomadas pelo governo, que, utilizando instrumentos econômicos, buscam atingir determinados objetivos macroeconômicos. É papel do governo zelar pelos interesses e pelo bem-estar da comunidade em geral, por isso, o setor público, como agente econômico de peso dentro do sistema, procura atuar sobre determinadas variáveis e através destas alcançar determinados fins positivos para a população.

As principais funções do setor público são destacadas em quatro áreas de grande abrangência:

- reguladora;
- provedora de bens e serviços;
- redistributiva;
- estabilizadora.

Política Monetária é a atuação de autoridades monetárias sobre a quantidade de moeda em circulação, de crédito e das taxas de juros, controlando a liquidez global do sistema econômico. A Política Monetária age diretamente sobre o controle da quantidade de dinheiro em circulação, visando defender o poder de compra da moeda. Tal prática pode ser expansionista ou restritiva.

A Política Monetária é conduzida na prática, com o propósito de influenciar o nível da taxa de juros em curto prazo, através de mudanças na oferta de reservas bancárias. O Banco Central tem o monopólio de emissão de papel-moeda e pode controlar a quantidade de sua circulação, isto é, o tamanho da base monetária. No mesmo sentido, o Banco Central pode inibir a criação de moeda pelos bancos comerciais e assim controlar a liquidez da economia.

Fonte: materiais para concursos

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