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A ESTRATÉGIA OCEANO AZUL

O que diferencia perdedores de vencedores? O que torna algumas empresas ícones de uma época enquanto outras naufragam, tentando vencer a concorrência? O professor sul-coreano Chan Kim, da escola de negócios Insead, na França, diz ter encontrado a resposta: ganhadores não competem com os rivais, eles os tornam irrelevantes. A base disso está na maneira como elaboram e executam sua estratégia para o futuro.

Kim é co-autor do livro A Estratégia do Oceano Azul, um fenômeno editorial em todo o mundo. Ao estudar a história econômica do último século, ele descobriu que as empresas que inventam seu próprio ambiente de negócios nadam livres num oceano azul, no qual a concorrência não faz a menor diferença. Para Kim, a mesma regra vale para os profissionais. Tudo começa com uma mudança de foco. Pare de olhar para profissionais concorrentes. Pense em oportunidades alternativas, em que suas competências serão úteis. Pare de enxergar apenas o cliente (chefe e equipe) e analise os não-clientes. Resista à tentação de julgar o seu sucesso pelo sucesso do outro.

Um dos exemplos preferidos de Kim vem do Cirque du Soleil, o circo canadense que arrasou em sua passagem pelo Brasil no ano passado. Guy Laliberté criou seu oceano azul ao eliminar atributos do espetáculo tradicional, como os animais, e em seu lugar ofereceu a vibração do circo aliada à sofisticação intelectual do teatro. Ao estudar movimentos estratégicos como esses, Kim e a co-autora de Oceano Azul, Renée Mauborgne, também professora do Insead, descobriram fatores em comum que podem ser copiados por qualquer empresa ou profissional. A partir daí, montaram a metodologia que vem sendo usada por empresas de todo o mundo. Uma das ferramentas é chamada de quatro passos da visualização da estratégia.

PASSO 1: O DESPERTAR VISUAL

Kim diz que a primeira coisa que percebe quando a empresa vai elaborar sua estratégia é que ela não se conhece. Com os executivos acontece a mesma coisa. Acabam elaborando planos que não se concretizam ou vão custar muito mais caro que o previsto. No caso dos profissionais, uns se acham melhores do que são e outros vivem inseguros, pensando que são piores do que são. Neste primeiro passo, o objetivo é montar uma matriz de valor, em que constam suas principais competências e aquelas que ainda precisam ser desenvolvidas. "Você desenha quem deseja ser", diz Kim. No mesmo gráfico, repita a operação com o perfil de um profissional que você admira e respeita. Talvez essa pessoa não exista, mas você pode colocá-la como um target ideal. Ao comparar as duas linhas, você visualiza onde está em relação ao que pode ser.

PASSO 2: A EXPLORAÇÃO VISUAL

Vá a campo para descobrir como você está sendo percebido. No caso de uma empresa, isso significa entender como seus produtos e serviços são usados e percebidos pelos clientes. Assim como elas, você jamais deve terceirizar seus olhos e ouvidos. "Nada substitui a própria percepção - os grandes artistas não pintam seus quadros com base em descrições apresentadas por outras pessoas, tampouco reproduzem fotografias. Gostam de ver o tema com os próprios olhos", diz Kim. Michael Bloomberg, antes de virar prefeito de Nova York, criou o mais inovador serviço de informações financeiras a partir da observação de que os operadores usavam papel, lápis e calculadora eletrônica para anotar as cotações e calcular os preços antes de tomar decisões sobre que ações comprar ou vender. Ele mesmo comentava que a idéia deveria ter sido óbvia para qualquer um que observasse que o mercado estava carente de ferramentas que ajudassem a interpretar os dados.

É claro que o primeiro a opinar deve ser seu cliente (no caso, o chefe e a equipe), mas você deve ir atrás também do não-cliente. Não basta conversar. Também é preciso analisar como eles podem encontrar maneiras alternativas de suprir as necessidades que hoje são atendidas por você. A seguir, desenhe uma nova matriz estratégica para sua carreira. O desafio é identificar com sucesso, em meio à pilha de possibilidades existentes, as oportunidades realmente atraentes. Continue sua exploração visual usando aquilo que Kim chama de o modelo das seis fronteiras:

a) As competências alternativas: seu concorrente não é apenas quem faz a mesma coisa que você. É também quem tem competências alternativas às suas. Restaurante e cinema são opções de lazer distintas, mas as pessoas vão a eles com o mesmo objetivo: lazer fora de casa. Quem pode concorrer com você?

b) Examine os profissionais estratégicos dentro da empresa: descubra aqueles que cultivam as mesmas diferenças fundamentais. Estude-as.

c) Examine sua cadeia de clientes: questione a definição convencional sobre quem deve e pode ser cliente de suas competências. A Canon criou a indústria de copiadoras de mesa deslocando o cliente-alvo (as empresas) para o usuário final. Qual é a sua cadeia de clientes?

d) Examine a oferta de competências complementares: o oceano azul geralmente se oculta em produtos e serviços complementares aos oferecidos hoje. O estacionamento e a pipoca, por exemplo, são complementares ao cinema.

e) Examine qual é o seu apelo: você oferece mais competências técnicas ou de gestão? Lembre-se que profissionais com apelo gerencial aumentam seu valor de mercado sem oferecer novas habilidades técnicas. No sentido contrário, os técnicos podem ganhar nova vida acrescentando gestão ao seu portfólio.

f) Examine o transcurso do tempo: todos estamos sujeitos a tendências externas que afetam a carreira ao longo do tempo. O problema é que tendemos a nos concentrar na projeção da tendência em si. Daí ajustamos nosso ritmo a ela. No entanto, segundo Kim, os insights mais importantes para a estratégia do oceano azul raramente brotam da tendência em si. Em vez disso, surgem de especulações sobre como a tendência mudará o valor para os clientes e como mudará o modelo de negócios deles.

PASSO 3: VISUALIZE A ESTRATÉGIA

Para cada estratégia visual (por exemplo: melhorar seu relacionamento interpessoal, aprender a negociar etc.), escreva uma mensagem consistente que reflita a essência dela. Qualquer idéia cuja explicação leve mais de dez minutos é complicada demais para ser boa. Se não tiver foco, singularidade e mensagem consistente, a estratégia vai encalhar ou terá execução dispendiosa de tempo e dinheiro. Apresente sua nova matriz visual para clientes e não-clientes. Prepare-se para descartar aqueles atributos que não despertarem a atenção visual dos "juízes".

PASSO 4: COMUNICAÇÃO VISUAL

Agora que você já sabe o gap entre o que é e o que deseja ser, pode montar seu plano estratégico para cruzar a distância entre as duas linhas. Para isso, faça quatro perguntas-chave:

a) Quais atributos que o mercado considera indispensáveis devem ser eliminados porque manterão você nadando num oceano vermelho?

b) Que atributos devem ser reduzidos bem abaixo dos padrões de mercado?

c) Que atributos devem ser elevados bem acima dos padrões do mercado?

d) Que atributos nunca oferecidos devo criar?

Para finalizar, divulgue a sua nova estratégia. "Ela deve ser o ponto de referência em todas as suas decisões de carreira, desde uma mudança de emprego até um investimento em desenvolvimento profissional", diz Kim.

Fonte: vocesa.abril.com.br e empreendedorjovem.wordpress.com

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CURSO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Saia das dívidas e aprenda a transformar definitivamente o seu comportamento perante o dinheiro, construindo uma nova vida em equilíbrio. Conquiste Saúde Financeira! realize os seus sonhos!

RELEASE

No Curso, ministrado por Educadores DISOP credenciados, você aprenderá que é possível sim realizar todos os seus sonhos, com exemplos verídicos baseados na vida de Reinaldo Domingos, que é Consultor e Terapeuta Financeiro, autor dos livros Terapia Financeira - A Educação Financeira como método para realizar seus sonhos e O Menino do Dinheiro, Editora Gente. Faça a leitura antes da realização do curso, caso ainda não tenha lido, pois assim você terá mais facilidade de absorver a Metodologia DISOP, que será apresentada com todos os detalhes de como aplicar a metodologia na prática. O livro não é apenas para leitura, ele servirá de apoio por um longo tempo para que consiga aplicar a Metodologia DISOP em sua vida e disseminar a Educação Financeira aos seus semelhantes. Além disso, você verá os segredos do sucesso de Reinaldo Domingos, que tornou-se independente financeiramente com apenas 37 anos de idade e, por isso, criou a Metodologia DISOP para disseminar o seu conhecimento e promover a educação financeira para todos os lares brasileiros.

TEMAS ABORADOS

• O valor do dinheiro;
• Os juros contra e a seu favor;
• Onde e como buscar as melhores taxas no mercado financeiro;
• Situação dos aposentados no Brasil;
• Teste de conhecimento – A importância do tempo;
• Apresentação dos 4 pilares DISOP;
• Como sair de dívidas;
• Como comprar e investir bem;
• Casa Própria: Financiar ou Pagar à Vista;
• As armadilhas de créditos e empréstimos: Como evitar;
• Quanto você precisa para conquistar a Independência Financeira;
• Apresentação de vídeos motivacionais;
• Elevação da auto-estima rumo à Saúde Financeira.

A METODOLOGIA DISOP

Uma metodologia que vai mudar a sua relação com o dinheiro. Mas, o que é a Metodologia DISOP? A Metodologia visa mostrar de forma comportamental os caminhos para a independência financeira. Nosso objetivo é fazer com que as pessoas tenham uma nova atitude sobre como utilizam o dinheiro. Geralmente as grandes preocupações são com as saúdes física, mental e espiritual, queremos com esta metodologia, por meio de palestras, livros e cursos, atentar para a necessidade da preocupação com a saúde financeira.

INSCRIÇÕES

Carga horária: das 19hs30 às 22hs30
Palestrantes: Educadores DISOP
Inscrições e Informações: Clique Aqui

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200 ANOS DE BANCO DO BRASIL

Tradição, confiança, segurança, qualidade, transparência e modernidade. Esses são os fundamentos que caracterizam uma instituição que mereça ser reconhecida como referencial no mercado. Ao completar 200 anos de sua fundação, ocorrida em outubro de 1808, o Banco do Brasil se orgulha de ter construído uma história que lhe assegura essa condição.

Ao longo de quase dois séculos, período em que o Brasil passou por profundas transformações políticas, econômicas e sociais, o Banco do Brasil manteve-se sempre uma instituição à altura das aspirações maiores do País e dos brasileiros, honrando sua condição de maior empresa financeira do Brasil e uma das mais importantes no cenário internacional.

Resultado da confiança que sempre lhe depositaram seus clientes – atualmente mais de 25 milhões – e da dedicação dos seus colaboradores, o BB manteve ao longo da sua história uma posição de vanguarda e liderança no mercado financeiro. Foi o primeiro banco brasileiro a ingressar na Bolsa de Valores, a lançar cartão de múltiplas funções, a implantar o serviço de mobile banking e a se comprometer com uma agenda socioambiental. Hoje é líder em ativos, depósitos totais, câmbio, exportação, carteira de crédito, correntistas e rede própria de atendimento, entre tantas outras conquistas.

Agora, é chegado o momento de comemorar os êxitos acumulados ao longo desse tempo. É hora de compartilhar as conquistas com todos os brasileiros que ajudaram a escrever esta história de sucesso, celebrando esse marco com públicos de relacionamento e reforçando os vínculos com os clientes, funcionários e com a sociedade, definindo os objetivos estratégicos e ações que irão contribuir para a continuidade dessa trajetória, que une tradição, ação e construção do futuro.

Fonte: Boletim Estilo do Banco do Brasil

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VOCÊ É O LIDER DA SUA VIDA

A Liderança, tal qual a conhecemos, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. O líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção. Pouco importa qual o seu estilo de liderança e em qual quadrante você se encaixa. Pare de se violentar. Chega de se sentir engaiolado por modelos que pretendem moldar seu estilo.

Para ser um Líder integral, no trabalho e na vida, você não precisa fingir ou tentar ser aquilo que não é. Nem abrir mão de suas características pessoais. Relaxe. Seja você mesmo. Isso faz toda a diferença.

O mundo em que vivemos requer outro modo de liderar, menos idealizado e mais pragmático. Liderança não é sinônimo de título, posição, quantidade de pessoas, ou tempo de serviço. Um mecânico, uma empacotadora, um vendedor, um estudante, uma filha, um engenheiro, um motorista de táxi, uma advogada, um contador, um médico, um pescador, uma recepcionista – todos podem ser líderes.

Empresas, escolas, famílias e comunidades vencedoras serão aquelas que souberem formar líderes de qualidade, baseados no Pentagrama da Liderança – as Cinco Forças que farão de você um Líder Integral.

O livro Você é o Líder da Sua Vida apresenta a fascinante jornada de um jovem profissional em busca de novos horizontes e desafios. Desejando conhecer modelos originais de liderança, ele e sua mulher embarcam numa viagem ao redor do mundo para identificar as estratégias de sucesso na arte de inspirar pessoas nas várias dimensões da vida.

Ao longo dessa procura, o casal faz descobertas que mudam completamente sua maneira de ver a vida, dando início a uma transformadora etapa de crescimento profissional, pessoal e espiritual que o faz compreender a essência da liderança.

Nessa envolvente aventura pelos cinco continentes, somos levados junto com o personagem a conhecer as trajetórias de brasileiros bem-sucedidos em diversas áreas e de líderes de importantes empresas como Nestlé, Gerdau, Masa e Sony. Além disso, aprendemos grandes lições com histórias de vida de figuras como Nelson Mandela, Dalai-Lama e Zilda Arns.

Ao se deparar com experiências tão diferentes, o jovem percebe que não há um modelo perfeito de liderança, muito menos receitas prontas para "chegar lá". Pouco a pouco, descobre que todas essas pessoas têm uma coisa em comum: elas haviam encontrado dentro de si algo que as tornava especiais.

Mesclando ficção e realidade, este livro fala diretamente a cada um de nós. Ele se destina não só a empresários e empreendedores, mas a pais, médicos, vendedores, advogados, professores, estudantes – ou seja, a qualquer pessoa que deseja se tornar melhor naquilo que faz.

Além de obter valiosas informações sobre como crescer profissionalmente e se relacionar melhor com seus liderados, você aprenderá que a maior de todas as conquistas é tornar-se líder da sua própria vida, conhecendo seus limites e suas capacidades, direcionando seus esforços e sabendo exatamente aonde quer chegar. Assim você dará o primeiro passo para liderar os outros de forma mais eficaz!

Fonte: www.liderdasuavida.com.br

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DICAS PARA SUPERAR CRISES

DÊ A VOLTA POR CIMA
Compreenda que você apenas fracassou. Isso acontece com todo mundo. É assim que nós aprendemos e crescemos. Mas não se detenha no insucesso. Entenda por que e como você fracassou e siga em frente. Aprenda com isso para não repetir os mesmos erros que levaram a esse resultado, mas lembre-se de que eles foram fundamentais para os próximos passos que você dará.


REDEFINA O FRACASSO
Uma vez mais, compreenda que cada insucesso representa uma chance de crescimento. Ajuste a sua maneira de pensar para reconhecer que o fracasso conduz ao sucesso. Fracassar lhe ensina com muita clareza e precisão o que você não deve fazer.

ANALISE O FRACASSO
Ao examinar os motivos que levaram ao fracasso, use a experiência para avaliar objetivamente seus resultados, entendendo melhor a si e sua vida. Que novas atitudes e habilidades você precisa adquirir para criar um resultado diferente da próxima vez?

DESPERSONALIZE O SEU FRACASSO
Pare de pegar no seu pé. Entenda de uma vez por todas que fracassar faz parte da experiência humana. Para descobrir uma estratégia que funcione, você precisa experimentar várias até que uma traga o resultado esperado.

E por fim, assuma riscos controlados e busque sempre o sucesso!

Fonte: www.motivaonline.com.br e daianifurtado.blogspot.com

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A NECESSIDADE DE APRENDER

É incrível a velocidade com que as coisas estão acontecendo, o ritmo das pessoas, das empresas, do mundo. Entre estas loucuras aumentam também as exigências, então, temos menos tempo e muito mais responsabilidades e atividades.

Nesta corrida contra o tempo, temos que nos preocupar em estarmos dentro do perfil que estão sendo procurados, pois só assim poderemos nos manter nesta necessária loucura. Muitas vezes não sabemos o que realmente é preciso para se encaixar no "modelo" desejado e ficamos como cachorros correndo atrás do rabo enquanto o tempo passa e as oportunidades se vão junto com ele.

Tudo é necessário, atualizar-se é necessário, ouvir, falar, aprender e ensinar. Estar por dentro de tudo, sabendo de tudo, entendendo de tudo. Hoje em dia não temos um profissional especializado em uma única coisa que seja bem sucedido, temos um profissional especializado em algo com conhecimento em "N" coisas. Quanto mais se sabe, mais se tem.

A sabedoria é a arma para coordenarmos nossa vida profissional e mantermos nosso currículo desejável no mercado. Este é o grande segredo amigos, precisamos aprender, aprender sempre. Precisamos nos mexer e muitas vezes abrir mão do lazer para buscarmos aperfeiçoamento, porém abdicar deste lazer pode proporcionar uma grande estabilidade e satisfação ao longo prazo.

O aprendizado deve começar desde quando saímos do útero de nossas mães, até quando já estamos no fim de nossas vidas pela Terra. Aprendemos com amigos, familiares, pais, professores, filhos e até com os netos. Ensinamos, mas também aprendemos. Se paramos no tempo, passamos a ser obsoletos, deixamos de ser desejados pelo mercado e passamos a ser um profissional de antigamente, e este profissional só será lembrado como referência do que não devemos ser para atingir o sucesso.

Precisamos estar em constante movimento, seja como for, em grupo de colegas de profissão, colegas de faculdade, freqüentando workshops, palestras e cursos no geral. O mercado oferece um milhão de alternativas. Recebemos por dia em nossa caixa de e-mails no mínimo cinco anúncios de ferramentas para atualização, desde palestras gratuitas, até cursos de MBA, mas é necessário ter consciência da necessidade e querer continuar na mira do mundo corporativo.

Os profissionais bem sucedidos tiveram muitas vezes que abrir mão de algo que queriam fazer, de noites de sono para estudar, de uma noite de descanso para assistir a uma palestra ou fazer um curso, porém hoje colhem os frutos deste esforço, sem dizer a satisfação e o orgulho de si mesmos de terem lutado por algo e atingido o objetivo.

Nada vem fácil, tudo exige perseverança e dedicação, tudo exige empenho, vontade e todos nós podemos conquistar este objetivo, só precisamos realmente querer e nos esforçar um pouco mais para conseguir. "Estamos condenados à civilização. Ou progredimos, ou desaparecemos." (Euclides da Cunha).

Fonte: daianifurtado.blogspot.com e Andréia Guedes

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O LEGADO DE OLAVO SETUBAL

Empreendedor, empresário e homem público de sucesso, Olavo Setubal deixa como legado a Holding Itaúsa, que congrega operações industriais (Duratex, Itautec e Elekeiroz) e o Banco Itaú Holding Financeira (Itaú e Itaú BBA), além de sua imensa contribuição para a cultura nacional.

No campo empresarial, em 1947, fundou, com Renato Refinetti, a companhia Artefactos de Metal Deca Ltda. Na década de 50, a convite de seu tio, Alfredo Egydio, Olavo Setubal ingressou no Banco Federal de Crédito e, com Eudoro Villela, reestruturou a instituição e a transformou em base para a formação do Banco Itaú Holding Financeira, que se tornou um dos principais conglomerados financeiros da América Latina.

Na vida pública, ocupou cargos de destaque. Foi membro do Conselho Monetário Nacional em 1974, esteve à frente da prefeitura da cidade de São Paulo entre 1975 e 1979 e ocupou o cargo de chanceler no Ministério das Relações Exteriores de 1985 a 1986.

Desde 2001 ocupava a presidência do Conselho da Holding Itaúsa e, de 2003, do Banco Itaú Holding Financeira, onde foi atuante até os últimos dias de sua vida. Também exercia a presidência de honra do Instituto Itaú Cultural.

Perde-se o grande líder, mas ficam sua inspiração, seus ensinamentos, valores e lições que, sem dúvida, direcionam todos nós a continuar sua obra.

Fonte: www.itau.com.br

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ENRIQUECER FAZENDO DÍVIDA

O empresário Eduardo Rosemberg enriqueceu fazendo dívida. O primeiro empréstimo foi um lance de ousadia: R$ 70 mil para pagar em 18 meses. Com o dinheiro, virou sócio de uma loja de material esportivo. Tudo planejado e bem pago.

Hoje ele é dono de uma rede de lojas, abertas com a ajuda do crédito. "A idéia é tudo! Vale mais que o crédito. Ele te ajuda, claro, vai contribuir. Ele vira um aliado. Tem que estar muito bem amparado, porque senão o crédito vira uma grande bola furada", comenta Eduardo.

Antes de ser um empresário de sucesso, ele trabalhou no setor de empréstimos em um grande banco em São Paulo. Eduardo viu tanta gente errar nas contas naquela época que aprendeu: só com cálculos bem feitos poderia passar a trabalhar por conta própria. Hoje, ele tem sete lojas, 12 lojas em clubes, uma revista, uma loja-móvel, lojas virtuais e 180 funcionários. E tudo começou com o crédito.

"Alguém acreditou no projeto e me concedeu o primeiro crédito. O valor é difícil mensurar. Temos um grupo de quase 200 pessoas trabalhando e tudo começou com esse crédito", avalia Eduardo. Empréstimo que virou investimento. Investimento que se transformou em geração de renda e empregos.

Em uma das lojas de Eduardo, há quase um ano, o vendedor Roberto Pereira Silva Junior passou a ter a garantia de um salário certo no fim do mês. E salário certo na carteira de trabalho. Aos 24 anos, ele acha que faltou maturidade para dizer não.

"Você fica meio deslumbrado: cartão, cheque, crediário e limite de crédito. Era fácil pegar dinheiro emprestado, fazer crediário, ter cheque e cartão. Com carteira assinada há mais de seis meses e o comprovante do salário, isso tudo foi fácil. A gente faz o crediário, parcela, vê quantas vezes pode pagar. Dependendo dos juros, quanto menos vezes você fizer, melhor", comenta o vendedor.

Moto, aparelhos eletrônicos, material para reforma da casa. Tudo em pequenas parcelas a perder de vista, mas, na hora de somar tudo, não deu pra pagar. Roberto atrasou o pagamento do armário, do DVD, da moto. A dívida virou um problema em família.

A irmã, Juliana Aguilera Silva, ajudou, a moto teve que ser vendida e, hoje, as contas estão em dia. "A gente acabou aprendendo que fazer financiamento é complicado", conta ela. "Não quero mais ouvir a palavra 'devedor'. As cartas que chegam aqui são para agredecer pelo pagamento efetuado", comemora Roberto.



Fonte: globoreporter.globo.com

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ALAVANQUE SUA CARREIRA

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostariam do gosto destes peixes. Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como "sardinhas".

Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria? Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50: "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo" e frescos no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques. Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

"Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

Fonte: daianifurtado.blogspot.com

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AS CHAVES DO SUCESSO

Se as chaves do sucesso não são claras, pelo menos já se sabe o que os líderes não devem fazer se quiserem aumentar as probabilidades de sucesso de uma inovação. Aqueles que conduzem a inovação nas empresas enfrentam desafios formidáveis. Geralmente as metas a perseguir são várias e, não raro, contraditórias. E as alavancas disponíveis para moldar o contexto da inovação são diversas e todas muito disputadas.

O fato é que não há fórmula-padrão para o êxito. A boa notícia, contudo, é que já sabemos o que os líderes não devem fazer nessa área. Nas organizações que dependem de inovações para ser competitivas, sejam técnicas ou não, alguns erros de liderança são relativamente comuns. Eu costumo enxergar quatro, bem recorrentes.

CONFUSÃO SOBRE O PAPEL DO LÍDERO
Erro mais significativo - e que induz uma série de outros - é os líderes com treinamento técnico acreditarem que seu papel é inovar. Não é. Seu papel consiste em criar o contexto no qual outros inovarão. As organizações alimentam muito esse erro quando isolam a inovação em grupos específicos, quando promovem apenas os profissionais técnicos excepcionais, quando esperam dos gestores que dividam seus esforços entre o trabalho técnico e a liderança, quando recompensam contribuições de desempenho individual à custa de conquistas no desempenho como líder.

FOCO ESTREITO DEMAIS
Mesmo quando reconhecem que sua função não é mais contribuir individualmente, muitos líderes da inovação continuam cometendo erros ao confrontar as demandas básicas de seu papel. Na definição da direção a seguir, por exemplo, alguns se concentram exclusivamente na inovação técnica e ignoram as necessidades e expectativas do consumidor em relação a funcionalidades, entrega, confiabilidade e custo. Outros determinam a direção apenas no que diz respeito a metas numéricas e cronogramas, sem criar um sentido para fazer aquilo que estimule e inspire o grupo. Às vezes, os líderes que já foram gestores de projetos técnicos se prendem a detalhes técnicos e esquecem (ou nunca se dão conta de) que sua posição de liderança lhes exige atuar num contexto mais amplo e complexo, que inclui aspectos de vendas, marketing e finanças.

MENSAGENS CONTRADITÓRIAS
Líderes que subestimam a importância simbólica do papel da liderança praticamente declaram que não estão falando sério quando pedem a todos que se esforcem ou, no mínimo, transmitem mensagens contraditórias. Os subordinados põem à prova o que os líderes dizem e, se estes são reprovados, o resultado é o cinismo. Por exemplo, se o líder diz que valoriza experimentação, risco e fracasso inteligente, mas recompensa apenas aqueles que não erram, fica clara a mensagem de que só o resultado importa. Muitos líderes novatos, especialmente os com experiência na área técnica, costumam subestimar - e muito - o impacto que suas atitudes e ações têm sobre a incorporação de valores pelas pessoas. E os valores que acabam sendo transmitidos, consciente ou inconscientemente, podem prejudicar a cultura da inovação e levar a divisões na organização em relação a correr riscos, a respeitar o atendimento ao consumidor, a cooperar além das fronteiras organizacionais etc.

DESENVOLVIMENTO DE TALENTOS LAISSEZ-FAIRE
Alguns líderes trabalham com a crença - errônea - de que pessoas talentosas se desenvolvem sozinhas e, por isso, investem pouco tempo e energia em ajudá-las a crescer e aprender. Pesquisas já têm mostrado que o chefe imediato tem papel fundamental no desenvolvimento de seus subordinados e isso ocorre geralmente por meio de coaching. Não é necessário que o coaching seja do tipo um-a-um, contudo; o que o líder precisa é estabelecer uma cultura que conduza ao aprendizado. Isso significa priorizar o desenvolvimento de talentos, que ajuda a identificar as melhores pessoas para cada missão, dar-lhes liberdade de ação, proporcionar válvulas de escape para quem corre riscos, definir metas desafiadoras e facilitar o acesso aos recursos necessários.

O líder dever ser coach. Não há maior prova da importância da liderança que pensa grande do que o ocorrido na década de 1970 no Palo Alto Research Center (PARC), o paradigmático laboratório da Xerox na Califórnia de onde saíram quase todas as inovações que pavimentaram o caminho da computação pessoal. Foram os cientistas do PARC que desenvolveram a programação orientada a objetos, os computadores em rede, os menus pop-up, o processador de texto amigável ao usuário, a interface gráfica para o usuário, o mouse e os ícones, para dar alguns exemplos.

Esses cientistas nunca conseguiram, no entanto, convencer os executivos corporativos de que tais inovações poderiam ter sucesso comercial. Foi com relutância que mostraram suas engenhocas a alguém que soube lhes dar o devido valor: o genial Steve Jobs, da Apple. Foi o PARC que inspirou Jobs a desenvolver o computador Macintosh. Como Michael A. Hiltzik descreve em seu livro Dealers of Lightning: Xerox PARC and the Dawn of the Computer Age, Jobs teria dito: "A Xerox poderia ter sido a dona de toda a indústria de computação atual". Não foi. Faltava ao PARC um líder que pensasse grande.

Fonte: www.hsm.com.br

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ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

Você consegue resumir a estratégia da sua empresa em poucas palavras? Caso sua resposta seja sim, seus colegas de trabalho fariam isso da mesma forma? É sabido que poucos executivos conseguem, com sinceridade, responder de forma afirmativa perguntas simples como essa. E as empresas para as quais esse seleto grupo trabalha são, não por coincidência, bem-sucedidas nos segmentos que atuam.

Em oposição a isso, as empresas que não possuem uma definição clara e simples de suas estratégias estão fadadas a pertencer à categoria das companhias que falham na execução das estratégias ou, ainda pior, à categoria daquelas que nunca tiveram uma.

Em um número surpreendente de empresas, os executivos, funcionários da linha de frente e todos aqueles que atuam no meio desses dois extremos, são frustrados por conta da falta de uma estratégia clara para a empresa ou para as suas linhas de negócios. Os tipos de reclamações mais recorrentes nessas instituições incluem:

- Eu passo meses tentando iniciar um projeto novo e torná-lo bem-sucedido, mas, depois, ele é descartado, porque não se adere à estratégia da empresa. Por que ninguém me avisou no início?

- Não sei se devo ir atrás dessa oportunidade de mercado. Não sinto firmeza do alto-comando.

- Por que estamos tentando ganhar esse cliente novamente? Nós perdemos (a concorrência) no ano passado e tinha entendido que não desperdiçaríamos nosso tempo tentando novamente!

- Devo reduzir o preço para este cliente? Não sei se é melhor ganhar esse contrato por um preço menor ou desistir dele.

Os líderes das empresas não conseguem explicar por que aquilo que eles pensavam ser uma linda estratégia esculpida à mão nunca foi implementado. Eles partem do pressuposto de que as ações descritas na volumosa documentação do orçamento anual ou do planejamento estratégico garantirão o sucesso. Falham em não perceber a necessidade de possuir uma definição simples, clara e sucinta de uma estratégia que todos possam internalizar e utilizar como guia para tomar decisões.

Uma constatação triste: a maioria dos executivos não sabe, de fato, quais são os elementos que compõem uma definição de estratégia, o que os torna incapazes de desenvolver uma.

Com uma clara definição, no entanto, duas coisas ocorrem: primeiramente, a formulação dela torna-se infinitamente mais fácil, porque os executivos sabem o que eles estão tentando criar. Em segundo lugar, a implementação torna-se bem mais simples, porque a essência da estratégia pode ser prontamente comunicada e facilmente internalizada por todos na organização.

Fonte: www.hsm.com.br

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A RELAÇÃO DO DINHEIRO

A relação das pessoas com o dinheiro tem tantas possibilidades de sucesso e fracasso quanto é a multiplicidade dos seres humanos no mundo. Saber usar o dinheiro não é uma questão de economia, mas de princípios. O modo de se ganhar e gastar dinheiro revela a visão que seu proprietário tem do mundo e de si mesmo. Talvez seja por isso que tantas pessoas ganhem o suficiente para levar boa vida e garantir seu futuro, mas vivem apertadas ou endividadas. O sujeito ganha mil, mas vive segundo um padrão de mil e quinhentos.

Há pessoas que conseguem realizar muito com o pouco que ganham. Há outras que vêem seu dinheiro evaporar como éter. Dinheiro não é um papel ou metal. O seu valor não se limita ao que está impresso sobre ele. Pode ser mais ou menos, por que é energia viva. O segredo do valor da moeda está na intenção de quem a usa e para qual finalidade.

Dinheiro também pode funcionar como uma droga e ter efeito entorpecente sobre aqueles que o encaram somente como um meio para terem status social.

Assim como uma vida sem sentido não tem valor algum para quem a vive, dinheiro sem uma atitude decidida também nada vale. Seja quanto for.

E você? Como encara o dinheiro que ganha? Decida adotar uma atitude positiva. Que tal planejar usá-lo para fazer coisas boas e não gastar sem consciência e sabedoria? Você verá que, desta forma, uma dificuldade que hoje existe e lhe incomoda, poderá se converter instantaneamente em alegria e durar muito.

Fonte: www.hsm.com.br

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