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A LIDERANÇA POR CÉSAR SOUZA

César Souza é consultor de várias empresas de porte no Brasil e considerado um dos maiores experts brasileiros em desenvolvimento de líderes, integração de equipes, estratégia empresarial e conquista e fidelização de clientes. Em entrevista cedida para o Blog do Dinheiro, César Souza responde à perguntas sobre liderança.

COMO O TERMO LIDERANÇA PODE SER DEFINIDO?

Liderança é a arte de influenciar pessoas. Isso acontece quando o líder consegue inspirar a equipe em torno de uma casa, de uma bandeira, de um propósito comum.

O QUE É PRECISO PARA SE TORNAR UM LÍDER? ELE JÁ NASCE PRONTO OU POSSO DESENVOLVER CARACTERÍSTICAS PARA ME TORNAR UM?

Líder não nasce pronto, a gente aprende a ser líder. As pessoas podem, sim, desenvolver várias características que a ajudam a se tornar um líder, em vez de apenas um chefe.

EXISTE DIFERENÇA ENTRE CHEFIA E LIDERANÇA? COMO IDENTIFICAR QUEM É QUEM?

Sim, o chefe inspira pela hierarquia. O líder inspira pelos valores.

QUAIS OS MÉTODOS QUE O LÍDER NATO DEVE TRABALHAR PARA APRIMORAR E DESENVOLVER SUA LIDERANÇA?

Para desenvolver sua liderança, os lideres (não os "natos", pois isso não existe) precisam aprender a:

- definir causas para a equipe, não apenas metas e tarefas;
- desenvolver outros líderes, não apenas seguidores;
- surpreender pelos resultados, não apenas fazer o combinado;
- inspirar pelos valores, não apenas pelo carisma ou hierarquia.

Não existe "método", pois liderança não é uma questão técnica e sim uma questão de atitudes e posturas. Líderes precisam ser determinados, proativos, criativos, inspiradores e ter iniciativa.

QUAL O CONSELHO PARA AQUELAS PESSOAS QUE PROCURAM SER LÍDERES MAS NÃO CONSEGUEM ATINGIR ESTE OBJETIVO?

Liderança não deve ser um objetivo e sim um meio. A liderança ocorre quando uma pessoa consegue influenciar outra. Todos somos líderes em alguma circunstância da vida. Liderança não é cargo, nem posição social. Sugiro a leitura de "Você é o Líder da Sua Vida?", livro onde procuro deixar claro que "antes de pretender liderar os outros, aprenda a liderar você mesmo". Esse é o maior conselho que daria aos jovens líderes.

Fonte: www.cesarsouza.com e www.bloglider.globolog.com.br

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O COFRINHO É UMA BOA OPÇÃO

Com a proximidade do dia das crianças, segue artigo do consultor e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro O Menino do Dinheiro (Editora Gente), no qual ele ensina como um simples cofrinho de presente para as crianças pode representar na mudança de comportamento em relação ao dinheiro com a educação financeira.

COFRINHOS SÃO ÓTIMAS OPÇÕES PARA EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Difícil encontrar alguém que na infância não tinha um cofrinho para guardar as moedas que ganhava dos familiares, ou que economizava no recreio da escola. Um momento que marcava na infância era o dia de quebrar esse objeto e descobrir o quanto tinha guardado e depois usar esse dinheiro nos mais variados desejos. Essa ação inocente, contudo, era muito importante, sendo os primeiros contatos das crianças com o dinheiro e o ato de poupar.

Infelizmente, nas décadas de 80 e 90 essas peças sumiram dos quartos das crianças em função dos altos índices de inflação e da mudança constante de moedas. Mas depois desse período cada vez é mais interessante que os pais voltem a presentear seus filhos com os cofrinhos para que eles iniciem um contato cada vez maior com o dinheiro, aprendendo a poupar para realizar esses sonhos.

Esses cofres podem ter os mais variados formatos, os mais comuns são os porquinhos, de todos os tamanhos e cores, isso não importa. O que realmente é importante é que na hora que se dá esse presente para as crianças se tenha uma conversa mostrando a importância de poupar, relacionando o dinheiro guardado a um sonho a ser realizado.

Um ponto importante é quando o dinheiro guardado no cofrinho atinge o valor do sonho, neste momento os pais devem fazer com que a compra do bem desejado seja realizada. Mas muito cuidado, é comum que os pais fiquem orgulhosos ao ver que a criança atingiu seu objetivo e ao invés de levá-la com seu dinheiro para realizar a compra os pais acabam não utilizando o dinheiro dela, quebrando neste momento o encanto e o prazer de conquista da criança de continuar poupando para realização de seus sonhos.

Não existe uma hora certa para a quebra do cofrinho, é aconselhável que o mesmo esteja cheio, ou em uma data que foi pré-estabelecida quando começou a guardar o dinheiro nele, como faz O Menino do Dinheiro. A antecipação da quebra demonstra falta de controle, pois é um compromisso que a criança assumiu. Assim, a quebra do cofrinho antes da hora somente em caso de extrema necessidade.

Fonte: www.disop.com.br

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DINHEIRO COM IMÓVEIS

Uma forma bastante interessante de investir em imóveis sem ter todo o capital que seria necessário para fazer isso sozinho é usar a teoria do “dividir para conquistar”. O nome mais formal dessa forma de organização é incorporação imobiliária, que é basicamente, um grupo de investidores por cotas.

Vejamos por exemplo como construir um pequeno prédio de 8 apartamentos de R$140.000 cada um. Vamos imaginar que o custo de construção deste prédio seja de R$800.000 já com o valor do terreno, de forma a termos um lucro total de pouco mais de R$ 300.000 na hora da venda das unidades. São 57% de rendimento no final do empreendimento.

Podemos dividir o investimento em 80 cotas de R$ 10.000, sendo que cada 10 cotas equivalem a um apartamento completo. As pessoas que vão investir nesta incorporação podem comprar quantas cotas quiserem, mas podemos também definir uma quantidade mínima, por exemplo, 2 cotas por pessoa. Neste caso precisaríamos de no máximo 40 investidores.

No final de 24 meses (6 meses de projeto e 18 meses de construção, por exemplo), os apartamentos podem ser vendidos e os investidores partem com seu lucro, provavelmente para iniciar o próximo empreendimento. E assim segue a vida. A coisa toda é bastante simples depois de formarmos um grupo de pessoas focadas em investir seriamente nisto. E pelos valores expostos, dá para notar que podemos fazer isso com um capital inicial relativamente pequeno (no exemplo, apenas R$20.000).

Para quem não tem nem os R$20.000 iniciais, há ainda a possibilidade de fazer o mesmo tipo de investimento substituindo os R$20.000 iniciais por prestações mensais de R$1.000.

Outra coisa que deve ser levada em conta é que como não vamos pagar a construção e materiais todos logo no início, a quantia arrecadada entre os investidores fica investida na conta da incorporação, rendendo juros todo mês e aumentando ainda mais o lucro final.

Resumidamente o que fazemos depois de ter estruturado uma incorporação imobiliária (mesmo que pequena e informal entre poucos amigos) é usar o dinheiro arrecadado não para pagar a construção, mas sim, para comprar cartas de crédito já contempladas que serão usadas para alavancar mais ainda nosso capital. Dessa forma, precisamos juntar bem menos dinheiro de cada um dos participantes da nossa Incorporação.

Não necessariamente precisamos comprar consórcios já contemplados. Existem três alternativas que se enquadram bem nesta oportunidade:

- Podemos comprar cartas contempladas com muitas prestações pagas. Essas cartas possuem um valor de entrada maior, alavancando um pouco menos o nosso capital. Por outro lado, possuem uma característica bastante agradável. Elas praticamente não tem ágio. Como já tiveram muitas prestações pagas, elas não são tão fáceis de serem vendidas rapidamente a não ser que o ágio seja bastante baixo ou até mesmo inexistente. Com essas cartas conseguimos alavancar uns 60% a 65% a mais do que nosso capital inicial.

- Podemos comprar cartas já contempladas com ágio. Semelhante aos consórcios da opção anterior, mas com a diferença de serem cartas contempladas logo no início do grupo. Com essas cartas conseguimos uma grande alavancagem do nosso capital, praticamente 100%. Isso mesmo, dobramos o valor que temos disponível. Mas isso tem um custo, o ágio embutido nas cartas. Temos que estar cientes disso e lembrar de colocar esse valor no cálculo final dos nossos custos. De toda forma, essa é uma alternativa para construirmos mesmo tendo apenas metade do valor necessário.

- A última forma para alavancar nosso capital para a construção de imóvel é através de cartas novas, mas em grupos antigos. Nesses grupos já aconteceram muitas contemplações, efetivamente fazendo com que a quantidade e tamanho dos lances necessários para a contemplação sejam bem menores. Assim, com um lance de aproximadamente 50% do valor do crédito, conseguimos contemplar esses consórcios.

Tudo isso é muito bom, mas depois de construído ainda temos o prédio / casa / condomínio, alienados em nome da administradora do consórcio. No caso exposto, a construção de um prédio de apartamentos, já na fase do projeto resolvemos isso. As unidades individuais (cada apartamento) são descritas separadamente. Então usamos os consórcios para financiar a construção de cada unidade. Isso nos dá uma vantagem extra na hora da venda.

Quando formos vender cada apartamento, como temos as cartas de consórcio garantidas por cada um deles, vendemos o apartamento já “pré-financiado” para o comprador. Ele dará um valor de entrada correspondente ao valor que já investimos e nosso lucro no empreendimento e ficará com o restante das prestações de uma ou mais cartas que estão atreladas àquele apartamento que ele está adquirindo.

Mais uma possibilidade que temos: como investimos apenas pouco mais da metade do dinheiro da construção, o resto tendo sido financiado pelos consórcios, podemos dar ainda mais facilidades ao comprador e ainda ganhar um pouco mais de lucro no final. Podemos financiar a parte do valor que representa nosso lucro (afinal, esse dinheiro não saiu do nosso bolso) e ainda ganhar juros em cima disso.

Fonte: www.moedacorrente.com.br

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